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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Manuscritos do Mar Morto, imagens processadas com técnicas da NASA, disponíveis na internet On Line.







Os documentos são de grande importância para o cristianismo e o judaísmo, entre os textos que fazem parte desta coleção estão os Dez Mandamentos, o primeiro capítulo do Gênesis, o livro dos Salmos e do livro de Isaías.
Israel | Quarta-feira 19 de dezembro de 2012 | Por NoticiaCristiana.com | 
   

Os famosos Manuscritos do Mar Morto estão agora disponíveis online graças a uma técnica especial esta importante descoberta arqueológica continuará preservada.      Autoridade sobre antiguidades de Israel anunciou nesta terça-feira (18) que os milhares de manuscritos do Mar Morto foram fotografados e agora estão disponíveis digitalmente.
Os documentos são de grande importância para o cristianismo e o judaísmo, entre os textos que fazem parte desta coleção estão os Dez Mandamentos, o primeiro capítulo do Gênesis, o livro dos Salmos e do livro de Isaías.
Os Manuscritos do Mar Morto, remonta mais de dois mil anos, os resultados também mostram textos não reconhecidos pela Igreja Cristã, chamados apócrifos.
Para colocar essa riqueza de material na Internet foi necessário o uso de modernas técnicas de processamento de imagem que foram desenvolvidos pela NASA. Com esta técnica é possível arquivar e eliminar o anonimato conjunto dos milhares de fragmentos de rolagem porque senão a coleção seria destruída por serem frágeis,  seria impossível publicar esses documentos.
Através dessas imagens são melhor analisados ​​os documentos contendo as histórias do primeiro século e século III dC.
Os Manuscritos do Mar Morto são considerados uma das mais importantes descobertas arqueológicas. A descoberta foi feita durante o século 20, quando, por acaso, um pastor foi através de uma caverna perto do Mar Morto na área Cisjordânia.
Entre os textos que encontramos há um que se destaca por ter sido escrito no século III aC, tornando-o um dos mais antigos manuscritos que datam de 70 quando o segundo templo judeu foi destruído.
Note-se que a digitalização dos Manuscritos do Mar Morto, é um esforço do Google para preservar documentos antigos e mantê-los on-line para que todos tenham acesso a eles e que leva vários anos.
Este cluster digital, rolos, Leon Levy nomeado em honra de um antropólogo americano, também vai receber 5.000 novos fragmentos de documentos, um grupo de vídeos disponíveis no YouTube e uma série de mapas ilustrativos.
Estes documentos, juntamente com muitos outros, estão disponíveis em cores e imagens de infravermelhos com uma resolução de 1215 dpi. O site também inclui um centro de dados com informações sobre mais de 900 manuscritos, juntamente com ferramentas interativas que permitem aos usuários dar um zoom, para acessar mais detalhes ou ver o contexto dos textos.
Traduzido e adaptado por NoticiaCristiana.com do G1
Para ver e ler esta jóia ir a este link: http://dss.collections.imj.org.il/
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sábado, 15 de dezembro de 2012

Íris Abravanel conta como se converteu ao Evangelho e revela que ora ao lado de Silvio Santos: “Ele se sente bem”. Leia na íntegra



Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no reino dos céus. Mateus 19:23

E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. Mateus 19:24
Difícil mas não impossível, basta crer. Enquanto o mundo está lutando para liberar a maconha, o casamento gay, entre outras coisas desnecessárias, a Sra. Abravanel está indo na contramão dessas "modernidades" após suas próprias experiencias pessoais e vivência, em um meio onde tudo isso acontece; drogas, promiscuidade, religiões mal direcionadas. Enfim, mais uma prova que de tudo aquilo que ouvimos e achamos que somos sabedores com excelência, nada se compara as experiências com o Senhor e a sua palavra, a Bíblia.
Se você ainda não a conhece, veja apenas um testemunho dentre milhões de outros em todo mundo que Ela produz.    

Leia com atenção.
Fiquem na Paz !


Íris Abravanel conta como se converteu ao Evangelho e revela que ora ao lado de Silvio Santos: “Ele se sente bem”. Leia na íntegra

Numa entrevista extensa e abrangente, a escritora Irís Abravanel, esposa do apresentador e empresário Silvio Santos, falou sobre sua conversão e prática de fé.
À revista IstoÉ, Irís falou ainda sobre sua família, profissão – atualmente escreve a novela “Carrossel” para o SBT – e relacionamento com o marido, que é judeu.
Irís afirmou que sua conversão se deu de maneira curiosa: “Foi dentro da minha casa. Eu não sabia, mas todos os meus funcionários eram evangélicos. Fui convertida pelo copeiro de casa, o José. Ele se alfabetizou pela Bíblia e espalhava versículos pela casa. Eu olhava aquilo e achava legal, mas para o José”, revela.
A escritora conta que sua aproximação com Deus se deu por frustrações e pelo desejo de viver uma experiência com Ele: “Em 8 de outubro de 1998, decepcionada com todas as outras religiões que havia experimentado, pedi para Deus que, se ele existisse, desse uma prova de sua existência. Estava em casa e pedi um café. O José me trouxe e logo foi dizendo: ‘Olha, dona Íris, ainda bem que a senhora me chamou. Eu estava lá no seu jardim e o meu Deus mandou eu te dizer que a senhora é muito amada por Jesus’. Comecei a chorar. Aí, ele me disse que todos os funcionários se reuniam para orar por mim e pela minha família. No dia seguinte, fui atrás de uma Bíblia para saber quem é Jesus. O José quis me dar a dele. E eu não quis. Aí, ele me disse: ‘Dona Íris, a senhora tem tudo. Esse é o melhor presente que eu posso lhe dar e a senhora não quer aceitar?!’ Foi a primeira lição que tive. Como somos soberbos”, disse Íris à revista.
Reservada, a esposa do apresentador mais famoso do Brasil afirmou que não é filiada a uma denominação em especial: “Não sigo uma igreja específica. Nunca imaginava que um dia eu seria crente na vida. Mas, desde a conversão, eu me enfiava em qualquer garagem onde se falava de Jesus. Queria aprender. A primeira igreja em que estive foi a Assembleia de Deus. A segunda, a Congregação [Cristã no Brasil]. Lembro que fui de saia e Bíblia na mão (risos)”.
Como o marido é judeu, as filhas foram criadas com ensinamentos da religião judaica. Íris, porém, afirma que nunca tentou se converter ao judaísmo, e que ora junto ao marido: “Não tentei me converter ao judaísmo. Eu nunca seria judia. As meninas (filhas) aprenderam hebraico e fizeram Bar Mitzvá, acho bacana. O Silvio é judeu, vai à sinagoga, mas ele está quase vendo que o Messias… quando a gente ora, o Silvio se sente muito bem. Às vezes, ele pede para a Patrícia orar”, revela, fazendo referência à filha que tem se arriscado como apresentadora no SBT.
 Filhas.
Confira abaixo, a íntegra da entrevista de Íris Abravanel à revista Istoé:
Onde a sra. busca inspiração para escrever?
Impossível escrever uma história e não colocar um pouco do que você viveu, de livros que leu, de filmes a que assistiu. Uma vez cortei um pouco o cabelo das meninas (filhas) achando que isso fortaleceria o cabelo delas. As quatro chegaram à escola com cabelos tipo tigelinha. Aí, voltaram para casa p. da vida. Revivi um pouco disso em “Carrossel”. Nessa novela, insisti em cenas que mostram as crianças mais distantes de computadores, games, e mais dispostas a criar brincadeiras.
Coisas que a sra. fazia com as suas filhas?
Sim. Então, você vê chapéu sendo feito com jornal e coisas do tipo, para despertar a criatividade delas. Mexer com fantasia da criança é sempre saudável. Quando somos pequenos, criamos um amigo imaginário e isso é positivo porque, assim, resolvemos conflitos, diferenciamos o bem e o mal. A gente está conseguindo passar coisas edificantes para a criançada. Fui professora durante cinco anos. Sempre gostei de trabalhar com criança. Por mim, eu teria dez filhos.
Por que a sra. resolveu iniciar uma nova carreira perto dos 60 anos? 
Eu vinha percebendo a dificuldade do Silvio em contratar autores de novelas. Os melhores estavam na Globo ou na Record. E o contrato do SBT com a Televisa (emissora mexicana parceira do SBT) havia terminado. Aí, em um jantar, ele lamentava a dificuldade que vinha enfrentando. E eu disse: “E se eu escrever?” Na hora, eu pensava em resolver um problema dele. E acabei ganhando um problemão! Sofri preconceito no início. Muita gente dizia: “Ela vai ficar dois meses nessa e não vai aguentar, vai para o shopping”. Mas, como diz o Chaves (personagem de uma série televisiva mexicana), “não contavam com a minha astúcia”!
Qual foi a reação do Silvio Santos?
Quando perguntei ao Silvio o que achava de eu escrever novelas, ele me disse para ir em frente, mas para não retroceder depois. O nome da primeira novela, “Revelação”, foi o Silvio quem deu. Porque (eu fazer novela) seria uma revelação (risos). No começo, eu não era contratada pelo SBT. Trabalhei seis meses sem receber nada, até provar que eu seria capaz. Eu tinha um computador que não era de última, mas da primeira geração (risos). Eu fui montando a minha equipe com pessoas que conhecia. Éramos um exército de pernetas! Uma das colaboradoras, por exemplo, de professora de matemática passou a fazer cenas. Nós almoçávamos na minha casa. Foram seis meses de deserto, sem nenhum recurso. Hoje, sou funcionária do SBT. Tenho registro em carteira. Fazia pelo menos 30 anos que não tinha registro. Tive apenas um aumento, muito reivindicado, em cinco anos no SBT. Agora, com “Carrossel”, estou pensando em negociar de novo. Eu nunca tinha ido, por exemplo, sozinha ao SBT
E como foi a experiência? 
Cheguei na portaria um dia para uma reunião. Disse que eu me chamava Íris e tinha uma reunião marcada. Aí, me disseram: “Pois não, pode encostar ali do lado e aguardar.” E foi o que eu fiz. Fiquei ali aguardando até que a pessoa com quem eu ia falar avisou na portaria: “Vocês sabem quem é que está aí esperando?” Não sei bem o que aconteceu, ao certo, mas as portas se abriram e eu entrei (risos). E aí começou o respeito por mim, desde a portaria. Nunca falei “você sabe com quem está falando?” para alguém. Cada um no seu lugar, né? Logo depois, a minha equipe toda passou a ter crachá para entrar no SBT. Aí, não queriam dar um para mim, disseram que eu não precisaria. Eu chiei: “Como não preciso? Já fui barrada (risos)!” Aí, fui lá tirar foto e exigi crachá.
Como foi iniciar uma carreira na empresa do marido?
À medida que você vai se relacionando, as pessoas vão esquecendo quem está por trás de você e passam a enxergar o lado profissional. Algumas pessoas, quando veem que há coisas a serem modificadas no meu trabalho, ainda têm dificuldade de dizer isso para mim. Mas com o tempo a gente (ela e Silvio) vira doce de festa e as pessoas se acostumam com a nossa figura.
Ainda consegue administrar a casa como fazia antes?
Todos os nossos funcionários estão com a gente há mais de dez anos. Então, cada um já sabe o que fazer e eu não preciso ficar em cima. A coisa só muda quando a gente viaja. Aí, eu e o Silvio arregaçamos a manga. Eu faço a comida e o Silvio limpa a cozinha. Ele limpa a cozinha melhor do que eu. Limpa o fogão direitinho… Ele gosta de fritar bife. Tem o ponto da carne lá que ele gosta. E ele ama o Walmart, porque nesse supermercado tem de tudo.
Gostou quando Silvio assumiu os cabelos grisalhos na tevê? 
Eu estou acostumada, porque, quando a gente viaja, ele está assim. Mas achei o máximo ele se mostrar do jeito que é de verdade. Sabe por que gosto do grisalho? Porque o tom de pele dele fica mais suave, bonito. Mas tenho a impressão de que ele voltou a pintar o cabelo por causa da opinião das pessoas também.
O que aprendeu com o episódio do sequestro da sua filha Patrícia?
Doía muito (quando a filha estava em poder do sequestrador, em 2001). É como se tivesse arrancado um pedaço de mim sem anestesia. Com o sequestro, aprendi a demonstrar mais amor, carinho, pelas pessoas enquanto elas estão ao nosso lado. Disseram que a Patrícia estava com síndrome de Estocolmo (quando a vítima passa a ter simpatia e até sentimento de amor ou amizade pelo seu agressor). Ela não teve síndrome nenhuma. Ela, naquele momento, enxergou a diferença da vida de dois jovens, a dela e a dele (sequestrador). Esse episódio não mudou nada em nossas vidas. Continuamos vivendo sem seguranças por perto, nada. Nossa maior segurança é Deus mesmo.
A sra. é evangélica. Como se deu a sua conversão? 
Foi dentro da minha casa. Eu não sabia, mas todos os meus funcionários eram evangélicos. Fui convertida pelo copeiro de casa, o José. Ele se alfabetizou pela Bíblia e espalhava versículos pela casa. Eu olhava aquilo e achava legal, mas para o José. Em 8 de outubro de 1998, decepcionada com todas as outras religiões que havia experimentado, pedi para Deus que, se ele existisse, desse uma prova de sua existência. Estava em casa e pedi um café. O José me trouxe e logo foi dizendo: “Olha, dona Íris, ainda bem que a senhora me chamou. Eu estava lá no seu jardim e o meu Deus mandou eu te dizer que a senhora é muito amada por Jesus”. Comecei a chorar. Aí, ele me disse que todos os funcionários se reuniam para orar por mim e pela minha família. No dia seguinte, fui atrás de uma “Bíblia” para saber quem é Jesus. O José quis me dar a dele. E eu não quis. Aí, ele me disse: “Dona Íris, a senhora tem tudo. Esse é o melhor presente que eu posso lhe dar e a senhora não quer aceitar?!” Foi a primeira lição que tive. Como somos soberbos.
Frequenta alguma denominação evangélica específica? A sra. tentou se converter ao judaísmo?
Não sigo uma igreja específica. Nunca imaginava que um dia eu seria crente na vida. Mas, desde a conversão, eu me enfiava em qualquer garagem onde se falava de Jesus. Queria aprender. A primeira igreja em que estive foi a Assembleia de Deus. A segunda, a Congregação. Lembro que fui de saia e “Bíblia” na mão (risos). Mas não tentei me converter ao judaísmo. Eu nunca seria judia. As meninas (filhas) aprenderam hebraico e fizeram Bat Mitzvá, acho bacana. O Silvio é judeu, vai à sinagoga, mas ele está quase vendo que o Messias…quando a gente ora, o Silvio se sente muito bem. Às vezes, ele pede para a Patrícia orar.
Como conheceu o Silvio?
Eu o conheci em uma praia, no Guarujá (SP). Eu ainda dava aula e estava noiva. Tinha de 18 para 19 anos e ele o dobro da minha idade. Foi uma tragédia, porque, quando o meu pai soube, ficou doente. A gente começou uma amizade e demorou para a gente ficar junto. Eu me casei, antes, e o Silvio foi padrinho. Me separei depois de cinco anos. A família era contra eu me relacionar com homem de televisão.
Quem de vocês dois foi mais tolerante em relação às idiossincrasias do companheiro?
Eu era uma pessoa bem difícil, geniosa, meu ponto de vista tinha de prevalecer sempre, era teimosa. Hoje não. Como o Silvio, que também mudou, e hoje administra melhor o ciúme que ele sentia, por exemplo.
A separação que vocês tiveram nos anos 1990 tinha a ver com o ciúme também? 
Sim. Eu me sentia sufocada. Ele era muito ciumento, de controlar passo a passo. Depois desse episódio, ele aprendeu a administrar melhor. Foi uma briga de foice, de gigantes, eu com estilingue e ele com um exército (advogados foram contratados por ambas as partes). Depois que reatamos (permaneceram separados por cerca de seis meses), eu disse a ele: “Agora, não me separo nunca mais. Você vai ter de me aguentar para o resto da sua vida”
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Fonte: Gnotícias 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

[Vídeo] Ex-obreiro divulga documentário acusando a Igreja Universal de impor metas de arrecadação e pagar comissões a pastores


Para nossa análise;  Deus separa o joio do trigo e nunca deixa os seus enganados. Cabe a cada um pedir discernimento ao Senhor e não participar do que não é do "Reino". 


[Vídeo] Ex-obreiro divulga documentário acusando a Igreja Universal de impor metas de arrecadação e pagar comissões a pastores
Um jovem identificado como Diego Ribeiro, que se apresenta como ex-obreiro da Igreja Universal do Reino de Deus, lançou um documentário em que faz diversas acusações à denominação fundada pelo bispo Edir Macedo.
No vídeo, Ribeiro relata supostos detalhes de bastidores da IURD, e acusa a igreja de possuir um pacto com a maçonaria, além de afirmar que um jovem foi abusado sexualmente e queimado vivo por bispos da denominação.
-Desde os meus quinze, aos dezoito anos, estive presente dentro dessa organização para ser capacho da Universal. Exclusivamente para manipular pessoas por intermédio das ordens do responsável por essa organização, chamado Edir Macedo – introduz Diego Ribeiro, que também relata sua trajetória na hierarquia da IURD.
As acusações mais concretas contra a Universal se baseiam em supostas provas de imposição de metas de arrecadação, impostas pela igreja aos pastores e bispos, e comissões repassadas a esses líderes, como forma de recompensa pelas metas alcançadas.
No documentário, Ribeiro apresenta folhas que aparentemente fazem parte de um relatório, com números relacionados a valores arrecadados em filiais da IURD, e percentagens de comissões.
“Funciona como um empresa”. Diego Ribeiro exibe em seu documentário, detalhes da estrutura organizacional e hierárquica da igreja, como por exemplo, emissão de contracheques de pagamentos quinzenais aos pastores, guias de recolhimento de contribuição ao INSS, imposição de bateria de exames médico e assinatura em certidões que isentam a Universal de responsabilidade de traslado de corpo em caso de falecimento no exterior, entre outros.
Segundo Ribeiro, a Igreja Universal faz aquisições com cheques dos pastores auxiliares, e só realiza o depósito do valor para cobrir a despesa, se o titular do cheque bater uma meta de arrecadação. Nos casos em que a meta não era alcançada, a dívida fica sob responsabilidade do pastor auxiliar.
Veja abaixo, imagens das supostas planilhas de arrecadação e metas de pastores da Igreja Universal, além da íntegra do documentário publicado por Diego Ribeiro no Youtube:

Planilha apresentando dados de uma filial da Igreja Universal que não bateu metas de arrecadação

Planilha com metas alcançadas pelos pastores responsáveis

Ciclo de um mês de arrecadações, com semana deficitária e encerramento do mês com “lucro” e descrição das comissões

Contracheque de Diego Ribeiro como presbítero da Igreja Universal e valor referente ao salário quinzenal
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte : Noticias gospel mai
s

domingo, 9 de dezembro de 2012

Bispo Walter McAlister lamenta superficialidade dos cristãos atuais: Põem Jesus Cristo ao lado de Lady Gaga. Leia na íntegra



As características da sociedade atual, o advento das redes sociais funcionando como intermediárias das relações entre pessoas e o perfil da igreja evangélica brasileira contemporânea formam, na opinião do bispo Walter McAlister, uma época de “cristãos superficiais”.
O bispo primaz da Igreja Cristã Nova Vida afirma, num artigo publicado em seu blog pessoal, que “somos superficiais até as mais profundas profundezas da nossa alma”. Para McAlister, “não importa quão profundamente cavemos na nossa alma contemporânea, nunca chegamos a algo que seja substancial. Tudo é superficial”.
Em sua análise, o bispo afirma que a superficialidade desta geração vai desde a construção de relacionamentos, até o envolvimento pessoal do indivíduo em causas com que se identifique.

-Não são poucos os jovens que até terminam no motel uma noitada após um “cultaço”. Sua paixão profunda no culto não passa de uma profunda superficialidade. Sim, porque não há ligação entre uma paixão e a outra. Arrebatados pelo culto, são, em seguida, igualmente arrebatados pelos seus instintos mais baixos, traindo tudo o que o culto deveria representar – diz o bispo, conceituando sua visão a respeito da superficialidade.
As redes sociais, segundo o bispo, são uma amostra das contradições que a tal superficialidade da geração contemporânea permite: “Leio a lista dos interesses que pessoas escrevem em seu perfil do Facebook e me espanto. Enquanto dizem “curtir” o reverendo Paul Washer, “curtem” programas de televisão que promovem sexo ilícito e toda sorte de perversão, justo aquilo que o reverendo Washer combate tão claramente: True Blood, Sexo sem compromisso, Friends, Vampire Diaries, Crepúsculo e uma infinidade de filmes e seriados que vomitam sua imundície sobre o mundo todo”.

Na visão do bispo, a fé atualmente ocupa o mesmo espaço dedicado a coisas banais e supérfluas: “Seus corações não estão alicerçados em Jesus. Sua paixão por Cristo é tão profundamente superficial como sua paixão pelas inúmeras cores de esmalte (que é a moda atual entre as mocinhas de Cristo) ou por sapatos – sim, sapatos. De cabeças ocas e corações esfacelados, vivem sendo arrebatados pela última novela (sim, porque isso é normal e achar que não é torna-se legalismo), moda, filme ou música. Põem Jesus Cristo ao lado de Lady Gaga nas suas páginas de ‘curtir’”.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “A profunda superficialidade de nossos dias”, do bispo Walter McAlister:
Uma das características que melhor definem a época da História em que vivemos é a superficialidade. Somos pensadores superficiais. Somos cristãos superficiais. Aliás, eu diria até que somos profundamente superficiais. Claro que ser “profundamente superficial” é o que chamamos de um oximoro – uma expressão que se contradiz e, ao fazê-lo, afirma uma contradição. Assim como “água seca”, ou uma “verdadeira mentira”, “profunda superficialidade” soa como um absurdo. Mas é isso mesmo o que somos. Pois somos superficiais até as mais profundas profundezas da nossa alma. Não importa quão profundamente cavemos na nossa alma contemporânea, nunca chegamos a algo que seja substancial. Tudo é superficial. Nossos sentimentos mais profundos são superficiais. Nossas paixões mais arrebatadoras são superficiais, efêmeras, passageiras. Somos pessoas cuja alma se assemelha a uma floresta inteiramente composta por árvores sem raízes. Por mais que você consiga adentrar os recônditos mais escondidos da floresta, não achará uma árvore que tenha firmeza. Pois, sem raízes, qualquer uma delas é facilmente arrancada pelo vento e substituída.
Essa constatação não significa que não tenhamos sentimentos fortes. Temos. Não quer dizer que nossas atitudes não sejam profundamente sentidas. São. Mas todas as profundezas do nosso ser, de nossos sentimentos e das nossas atitudes são, em última análise, superficiais.
Tomemos como exemplo a postura atual da maioria da sociedade brasileira contra a homofobia. “Todos” se dizem profundamente inconformados com os “tão intolerantes” cristãos. Afinal, “todos sabem” que qualquer opção de vida que um indivíduo faça é seu direito e é algo “absolutamente normal”. Esse é o discurso feito em público. Só que o bloco político que fez da sua campanha a defesa dos homoafetivos foi derrotado nas urnas de uma maneira tão absoluta e humilhante que ninguém quer falar a respeito do assunto. Na hora do “vamos ver”, da defesa política da opção dessas pessoas, ninguém compareceu. Multidões aparecem para fazer uma parada festiva. Mas, na hora de transformar esse discurso em ação… nada. E, quando não há um gay por perto, a grande maioria dos que os defendem não hesita em fazer piadas sobre os seus trejeitos.
Mas não sejamos duros com os que não compartilham da nossa fé. Afinal, vivemos numa casa cujo telhado também é de vidro. Se começarmos a jogar pedras, estilhaços vão voar para todos os lados.
Vejo pessoas demonstrarem uma enorme paixão ao defender o culto “gospel”, com todas as suas manifestações emotivas e bombásticas, e que afirmam ter um profundo “amor” para com Deus e seu Filho, Jesus Cristo, para não mencionar também o Espírito Santo. Derramam lágrimas. Fiéis se prostram e até se arrastam pelo chão, rugindo como leões. Muitos abanam os seus braços numa comoção em massa, enquanto alguém grita ao microfone algo sobre render honra, glória e louvor ao Deus Altíssimo, criador dos céus e da terra.
Pouco tempo depois, muitos (sim, muitos) estão tomando umas e outras no barzinho e contando piadas sujas. Não são poucos os jovens que até terminam no motel uma noitada após um “cultaço”. Sua paixão profunda no culto não passa de uma profunda superficialidade. Sim, porque não há ligação entre uma paixão e a outra. Arrebatados pelo culto, são, em seguida, igualmente arrebatados pelos seus instintos mais baixos, traindo tudo o que o culto deveria representar.
Leio a lista dos interesses que pessoas escrevem em seu perfil do Facebook e me espanto. Enquanto dizem “curtir” o reverendo Paul Washer, “curtem” programas de televisão que promovem sexo ilícito e toda sorte de perversão, justo aquilo que o reverendo Washer combate tão claramente: True Blood, Sexo sem compromisso, Friends, Vampire Diaries, Crepúsculo e uma infinidade de filmes e seriados que vomitam sua imundície sobre o mundo todo. Qualquer um que fizesse um estudo do perfil da maioria dos jovens que povoam a nação virtual teria que chegar à conclusão de que são insanos, hipócritas, e ímpios disfarçados de crentes. E é exatamente o que são. Iludem-se ao pensar que podem ser amigos do mundo e também de Deus.
Seus corações não estão alicerçados em Jesus. Sua paixão por Cristo é tão profundamente superficial como sua paixão pelas inúmeras cores de esmalte (que é a moda atual entre as mocinhas de Cristo) ou por sapatos – sim, sapatos. De cabeças ocas e corações esfacelados, vivem sendo arrebatados pela última novela (sim, porque isso é normal e achar que não é torna-se legalismo), moda, filme ou música. Põem Jesus Cristo ao lado de Lady Gaga nas suas páginas de “curtir”.
É insano. Uma geração sem moral, sem raízes e sem um norte.
Mas… será que são todos assim? Claro que não. Alguns estão começando a pensar. Alguns estão começando a se questionar. Nem tudo está perdido. Mas a maioria, lamento dizer, está.
Na paz,
+W
Fonte: verdade gospel

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sábado, 8 de dezembro de 2012


Jean Wyllys chama evangélicos de “fundamentalistas” e “analfabetos funcionais” e causa furor nas redes sociais


Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 7 de dezembro de 2012 
Jean Wyllys chama evangélicos de “fundamentalistas” e “analfabetos funcionais” e causa furor das redes sociais
O deputado federal Jean Wyllys causou furor nas redes sociais ontem, ao comentar as críticas que recebe de pessoas contrárias à sua linha de atuação no Congresso Nacional, em defesa das propostas de ativistas gays.
Em uma publicação no Twitter, Wyllys reclamou das menções a ele em tweets enviados por evangélicos que discordam de sua postura, e classificou estes de fundamentalistas e analfabetos funcionais: “Confesso que o mais difícil, nos tweets dos fundamentalistas, é ter de ler a redação típica de um analfabeto funcional… É dose!”.
Só para esclarecer: Analfabeto funcional é a denominação dada à pessoa que, mesmo com a capacidade de decodificar minimamente as letras, geralmente frasessentençastextos curtos e os números, não desenvolve a habilidade de interpretação de textos e de fazer as operações matemáticas. Também é definido como analfabeto funcional o individuo maior de quinze anos e que possui escolaridade inferior a quatro anos, embora essa definição não seja muito precisa, já que existem analfabetos funcionais com nível superior de escolaridade. (Wikipédia)

Dose é ter que ouvir isso de alguém que pensa ser tão culto. " Pobre cego e nú" como diz a palavra de Deus.
A publicação foi imediatamente respondida por diversos usuários, incluindo a psicóloga Marisa Lobo, que tem se colocado como uma das principais opositoras às iniciativas de Jean Wyllys: “Vergonha alheia: agora o deputado desequilibrado, boca suja, se fazendo de vítima, acusando todos nós de fundamentalistas religiosos, imbecis , e analfabetos funcionais”, protestou.
Marisa Lobo foi seguida por diversos usuários, que criticaram a postura do deputado e sua conduta: “Aquele bigbrotherzinho Jean Wyllys virou o pior da política brasileira! Fora cristofobia”, escreveu o usuário Alexander Dominguez.
Foram feitas menções à eleição do deputado Wyllys, que conseguiu o mandato pelo quociente eleitoral de seu partido. Nas eleições de 2010, o ex-big brother conseguiu apenas 13 mil votos, mas ainda assim, foi eleito, devido à grande quantidade de votos obtidas pelo seu partido, o Psol. “13 mil votos… Piada… Por causa dele foi reaberto o debate sobre o quociente eleitoral”, criticou Leandro Vaz.
A suposta homofobia de cristãos, que discordam dos princípios defendidos pelo movimento homossexual, foi comparada por um dos usuários com as perseguições religiosas pelo internautaThiago Polêmico:”105.000 cristãos morrendo por ano, resultado de perseguição. Cristianofobia? Por que não fazem uma lei a favor dos cristãos?”
Em meio a tantos protestos, Wyllys publicou outro tweet, questionando se os protestos contra ele eram justos: “Eu mereço essa gente que dissemina ódio aos homossexuais e às religiões de matriz africana e que não quer oposição a essa estupidez?”.
Fonte Tiago Chagas, para o Gospel +
Homofobia: Quando não se concorda com essas praticas que vão contra a natureza humana, já que Deus criou tudo com perfeição onde tudo se encaixa perfeitamente e onde cada parte do corpo humano tem sua função e é perfeita, há acusações de homofobia, mas quando se faz apologia a tais práticas fica tudo certo pois no final dos tempos o certo passa a ser o errado e vice-versa. 
Quem acha isso bom ?  Alguma mente com os mesmos distúrbios funcionais e/ou  comportamentais como esses figuras pelo visto.
  • A opinião de um cara que se tornou conhecido por participar de um programa idiota, aonde seres humanos se colocam como animais em uma jaula para servirem de atração para uma nação que se contenta, em sua maioria, com pão e circo, (no caso o deputado fez a parte circo) não deve ser levada em conta.É patético.

  • Marcelo Da Tárcis Tárcis Do Marcelo
    Há uma grande diferença entre discordar das práticas homossexuais e disseminar ódio contra homossexuais. Igualdade, justiça, respeito à dignidade são princípios do cristianismo. Esse infeliz, metido a intelectual, deveria saber disso, mas prefere disseminar seu ódio contra evangélicos, católicos, judeus, muçulmanos e a todos que professam fé em Deus e que são contrários às suas posições. Ao invés de trabalhar pelo povo e para o bem do povo gasta seu tempo e o nosso dinheiro com nada de útil. Quem quer respeito tem que dar respeito. Lamentável!

    • Paulo Veloso · Trabalha na empresa Grupo i9
      Disse tudo

    • Rodrigo Lovatine Luna · Presbítero na empresa Ass de Deus Minist Portas Abertas
      De Fato,Pois Todos Nós Temos o Direito de concorda ou não, pois si me lembro bem, nós vivemos em um pais democratico,temos o direito de expressão!!!

    • Artur Stoppelli ·  Quem mais comentou · Fortaleza
      ""Tem que meter o porrete nesses homossexuais, cair de pau encima deles! São uma vergonha""

      Palavras do senhor (pastor para alguns) Silas Malacráia.

      Quala diferença disso e de disseminar o ódio ? Jean Wyllys pelo menos nunca prolatou uma afirmação como esta.

  • Luiz DeMolay Van Der Kerkhof · Osasco
    Parece que o deputado foi eleito apenas para defender os direitos dos homossexuais. Ele não respeita a opinião das pessoas, mas quer de qualquer maneira que a sua posição seja aceita..Nobre deputado vá trabalhar e jusitificar o deletério de mordomias ás quais o senhor não faz jus de maneira alguma.

    • Primeiro Ser ·  Quem mais comentou · Lages
      falou tudo! luiz Demoay Van Der Kerkhof. Esse jean wyllys é uma pessoa sem ética, e sem respeito com os outros.

    • Fernanda Maria Akiquite ·  Quem mais comentou
      O povo não elegeu este "senhor". Ele entrou no vácuo com pequena votação. Espero que isso jamais se repita!!!!!!!

    • Artur Stoppelli ·  Quem mais comentou · Fortaleza
      Errado

      O Deputado JEan Wyllys possue uma gorda lista de projetos de lei de sua autoria, dentre eles que protejem as mulheres, os deficientes, os menos da exploração sexual, e é claro, dos homossexuais.

  • Gustavo Segato ·  Quem mais comentou · Faculdade Carlos Drummond de Andrade
    um ex-bbb quer chamar de evangélicos de analfabetos, conseguiu um cargo publico pq participou deste lixo e por meio deste ibope, conseguiu um cargo publico. O brasil deve estar sem problema nenhum na educação, na saudê, na segurança. Pq estes cara não tem o que fazer .

    • Santiago Rocha de Oliveira · Universidade Federal da Bahia
      Francamente de onde surgiu essa criatura do pior programa que a televisão brasileira pode imitar, o que me preocupa não é a opinião nem a postura desse rapaz , mas do povo brasileiro que tem coragem de votar em pessoas como ele, se agente não levar a sério a politica como é que vamos ter condições de cobrar de um politico pra que ele seja honesto, sério , responsável etc...Ele não tem o que fazer não sabe o que fazer então está polemizando e agente está simplesmente caindo no jogo dele, gente o papel de um politico é representar o povo e não criar polemica.

      • Rudy Souza ·  Quem mais comentou
        Fundamentalista graças a Deus. Quando o cristianismo perde seus fundamentos, que é o que essa gangue quer, fica mais fácil se infiltrar nele, corroê-lo e eliminá-lo. Isso já é amplamente visível dentro de igrejas hoje. Com "cristãos" que sabem pouco de nada, com consciência mínima sobre coisa alguma, achando que está tudo bem, que há santidade, achando que são felizes assim, e em alguns casos até "cristãos" que fazem propaganda, dentro das próprias igrejas, em favor de governo anticristão, tentando associar sua igreja à expressão mais elevada do materialismo mundanista. Propiciando que o "mundo" entre na igreja e a igreja fique fora do "mundo". É por causa de o cristianismo meramente existir que gente como Wyllys (ele é só um peão de gente da alta) e cia aparecem e começam a dominar e destruir tudo, para depois tentar restaurar à imagem e semelhança do Estado vermelho. Afinal, a convicção cristã mais fundamental no homem não depende de condicionamento mediante engenharia social. Para alguém como o deputado Wyllys, que se filiou a partido de esquerda achando que Marx é de fato o que esse povo pensa e achando que entendeu o que de fato é Marx, não são "os evangélicos" que são realmente analfabetos funcionais. E "fundamentalista" não é xingamento. Então, obrigado pelo elogio.

        • Sérgio Ricardo Virgínio · Faculdade Maurício de Nassau
          Eu só queria saber o fundamento filosófico da teoria moral dele. Depois de explanada, quero ver se ele não é fundamentalista.

        • Rudy Souza ·  Quem mais comentou
          Sérgio Ricardo Virgínio, não é questão de ser fundamentalista ou não, é questão de ser fundamentalista CRISTÃO. "Fundamentalista" é só um rótulo com conteúdo previamente construído/moldado/associado. ;) O rótulo pode funcionar contra, mas por si só é insuficiente.

          Jean Wyllys et al precisam ser desmascarados psicologicamente e por inteiro.

          O problema deles não é de falta de racionalidade ou de ignorância, é de vildade moral mesmo. E esta vildade engatilha o processo cognitivo de uma forma mais que de outra forma.

          Tu, que é calvinista até o talo, vai se sentir confortável com essa expressão: depravação TOTAL (ao quadrado).

        • Rosevane Ribeiro Jordão · Doces, féstas e eventos. na empresa Sou autônoma
          Este cidadão nem déve ser levado em conta....pois como dice uma internauta ai a cima: ele não foi eleito, ele entrou no vácuo.... aliás ele é um verdadeiro imbecíl...

      • Thaty Lopes ·  Quem mais comentou · Curitiba · 1.414 assinantes
        falta do que fazer, não tem respeito e quer que agente repeite uma pessoa baixa sem argumento que quer ofender as pessoas, só porque pensam diferente dele, a ignorância é dele que não sabe interpretar a constituição...DITADOR