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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Por 7 anos tentei deixar de ser lésbica diz "pastora", não consegui.


Pastora Lanna Holder diz que fez “tudo que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica, e não deu certo”; Confira

Casal ou Dupla ?

Pastora Lanna Holder diz que fez “tudo que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica, e não deu certo”; Confira
A pastora Lanna Holder, fundadora da igreja inclusiva Comunidade Cidade de Refúgio, e sua companheira, a cantora Rosania Rocha, concederam uma entrevista falando sobre seu histórico de polêmicas no meio evangélico.
Lanna, que se tornou um caso peculiar por ser, ao mesmo tempo, ex-lésbica e ex-hétero, afirmou que a conversão ao Evangelho a livrou do vício, mas não de sua orientação homossexual: “Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica, não deu certo”, disse ao site Vírgula.
Sua esposa, Rosania, afirma que depois de 20 anos nos Estados Unidos, sendo altamente reconhecida no meio evangélico, passou a ser evitada pelas pessoas próximas quando revelou o caso extraconjugal com a pastora Lanna Holder. Na época, ambas eram casadas com pastores, e já tinham filhos. 
Cm: As duas têm seus espinhos na carne e, sucumbiram diante da mesa posta por satanás, o mesmo que tentou a Jesus e não conseguiu Leiam: E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.Mateus 4:9
“Quando tudo aconteceu, tudo mudou. Eu entrava no banheiro para passar um batom, e as mesmas pessoas que se diziam minhas amigas, saíam imediatamente. Se tivéssemos nos apaixonado por outros homens e cometido adultério do mesmo jeito, a reação teria sido completamente diferente. Passaríamos por um período de disciplina e nossos ‘amigos’ continuariam por perto. Como me apaixonei por uma mulher, subi ao púlpito e pedi perdão por ser quem eu era, mas nunca mais consegui me encaixar na igreja. Me usavam para pregar sobre pecado e aquilo acabou se tornando um circo”, desabafou Rosania. 
Cm: Um erro cometido, se realmente elas foram citadas por algumas vezes em púlpitos à pessoas que têm entendimento, mas às vezes à pessoas ainda sem, como os visitantes não crentes e sem estarem firmados e conhecendo ainda a palavra para digerir tal problema. O dever da igreja não é detoná-las e sim orar e tentar ajudá-las a saírem desse problema e/ou conviver com ele,seus espinhos na carne, dignamente.

Segundo ela, a convivência com o ex-marido é pontual mas amistosa, e seu filho, atualmente com 15 anos, também se relaciona bem com Lanna: “De toda essa história, a coisa mais legal é a nossa relação com nossos filhos. Somos uma família incrível, agimos de maneira muito natural. Meu filho ama a Lanna e adora conversar com ela. Aliás, ele conta mais coisas pra ela do que pra mim. Não tem como uma pessoa afirmar que uma família constituída por gays não é coisa de Deus. Somos uma família feliz que vive em harmonia” 
Cm: A harmonia está ocorrendo enquanto se dá abertura a tudo na vida deste adolescente, pois não querem regras nessa idade, mas é só elas começarem a praticar a palavra na íntegra para quebrar essa "harmonia". Se elas estivessem errando, mas passando essa dificuldade pra esse jovem, quebraria essa harmonia. Um dia ele crescerá e talvez o seu entendimento mude, aí será que elas aceitarão e o entenderão ? Vamos aguardar.
 Quando cumprimos a palavra fielmente, Jesus nos afirma que Ele traz a espada e a dissensão aos que estão contrários a Ele, mas não aos que estão a seu favor.
 Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada;Mateus 10:34
Cuidais vós que vim trazer paz à terra? Não, vos digo, mas antes dissensão; Lucas 12:51

Segundo Lanna, a Cidade de Refúgio atualmente tem 500 membros, e é uma igreja que não se diferencia em nada das demais, exceto pela aceitação à homossexualidade: “Se alguém entrar aqui sem saber que é uma igreja inclusiva vai achar que é uma igreja evangélica como qualquer outra. Sexo é só depois do casamento, temos dízimos e ofertas, louvamos a palavra de Deus… A Bíblia do gay é a mesma do hetero, a única diferença é que interpretamos diferente a questão da homossexualidade. Não somos ativistas gays, mas acreditamos na inclusão”, discursou. 
Cm: Quando queremos, achamos textos e pretextos para qualquer atitude nossa, assim como ela agora acha que Deus é a favor dela. Tem pessoas que dizem que não tem texto bíblico no novo testamento que o faça dizimar, que isso é coisa do antigo testamento, pois assim a sua dificuldade fica camuflada. O avarento sempre entenderá que o dizimo não se faz mas necessário. Vejam que os dez mandamentos como é conveniente, a maioria quer que continue na "moda", apesar de estar no antigo testamento, mas o dízimo nunca.
 Interpretação também? Sejamos sensatos em todas as coisas. Lanna Holder acorde para essas coisas e seja feliz realmente em Deus e não na carne. Ore e se separe das coisas más deste mundo, para receber a coroa da vida. Leiam >> Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.Tiago 1:12
"Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.Apocalipse 2:10" 
Lembrando que um dia é como mil anos e mil anos como um dia para Deus, quem lê entenda". 
Sobre a polêmica mais atual em torno da homossexualidade, envolvendo o pastor Marco Feliciano, Rosania Rocha afirmou: “A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: ‘cresça’! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes. Infelizmente ele está conseguindo isso da pior maneira possível”. 

Cm:Para o Marco Feliciano e para qualquer outro que violar os preceitos de Deus o que se sabe por todos é: 
E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites;

Mas o que a não soube, e fez coisas dignas de açoites, com poucos açoites será castigado. E, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá. Lucas 12:47-48

Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte: GNotícias, Bíbliaonline e Google imagens.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Seita queima bebê vivo por acreditar que seria o anticristo; Polícia prende quatro integrantes do grupo e ainda busca líder

Publicado por Tiago Chagas em 26 de abril de 2013

Avatar de Tiago ChagasTags: alucinógeno, Anticristo, bebê queimado vivo, chá alucinógeno, Chile, Peru, Ramon Gustavo Castillo Gaete, Seita  

Um ritual de sacrifício, que culminou com a morte de um recém nascido, levou a polícia chilena a prender quatro pessoas na última quinta-feira, 25 de abril.
Os presos eram integrantes de uma seita, e queimaram vivo o bebê de três dias porque o líder do grupo acreditava que recém nascido era o anticristo.

O ritual macabro aconteceu numa colina de Colliguay, uma cidade próxima ao porto de Valparaíso. De acordo com o Huffington Post, o fato teria ocorrido no dia 21 de novembro de 2012, com a aprovação da mãe, Natalia Guerra, que teria acompanhado o sacrifício.

“O bebê estava nu. Eles prenderam fita em torno de sua boca para impedi-la de gritar. Então eles colocaram ela em uma placa. Depois de invocar espíritos, jogaram ela na fogueira com vida”, disse Miguel Ampuero, da Unidade de Investigação da Polícia.

A seita teria sido formada em 2005, e contaria com doze membros, liderados por Ramon Gustavo Castillo Gaete (foto), 36 anos, que seria o pai do bebê e se considerava um deus, de acordo com informações da BBC. “Todo mundo nesta seita era um profissional. Temos um que era um veterinário e que trabalhou como assistente de vôo, temos um cineasta, desenhista. Todo mundo tem um diploma universitário”, afirmou Ampuero.
Ramon não foi encontrado pela polícia e é considerado foragido. As informações que os agentes possuem dão conta que ele foi visto pela última vez viajando para o Peru para comprar ayahuasca, uma planta bebida alucinógena que ele teria usado para controlar os membros da seita.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte: GNoticias

Neurocirurgião cético, agora está CONVENCIDO da existência do paraíso após uma odisseia fora do corpo.


“Era um lugar alegre, cheio de borboletas e grandes nuvens rosadas”: Eminente neurocirurgião está CONVENCIDO da existência do paraíso após uma odisseia fora do corpo."

* Eben Alexander, formado na Universidade de Harvard, não acreditava nos relatos de pacientes sobre experiências fora do corpo
* Agora ele afirma ter passado por um lugar cheio de borboletas durante um coma
* Ele descreve que ‘um som como um glorioso canto vinha do alto’
* Afirma que passou pela experiência acompanhado de uma jovem
Leslie Larson
Um cientista cético que passou a carreira estudando a mecânica do cérebro e ignorando relatos de pacientes a respeito de viagens a mundos paradisíacos revelou sua extraordinária conversão após um encontro com o pós-vida, durante uma experiência de quase morte.
Conversão: O Dr. Eben Alexander, neurocirurgião de Harvard, relata em seu livro ter passado por uma experiência fora do corpo durante um coma
O Dr. Eben Alexander passou 15 anos atuando como um neurocirurgião acadêmico na Universidade de Harvard, mas sofreu um ataque quase fatal de meningite em 2008 e ficou sem atividade cerebral durante um estado de coma que durou sete dias em um hospital da Virgínia.
Embora estivesse inconsciente e sem reação a estímulos durante o período, agora ele descreve uma “odisseia completamente vívida e coerente” para um lugar do além, cheio de borboletas e onde ecoava música, que abalou seu ponto de vista sobre a consciência humana.
Ele afirma ter entrado em um lugar cheio de nuvens e ao som de cantos, e foi recebido por uma linda mulher de olhos azuis.
O Dr. Alexander descreve sua mudança de paradigma, de um foco exclusivo na compreensão científica do cérebro para a consideração do âmbito espiritual da mente, em um artigo profundamente meditativo publicado na revista  Newsweek, que antecede o lançamento do seu livro intitulado Proof of Heaven  (Prova do Paraíso).
“Como um neurocirurgião, eu não acreditava no fenômeno das experiências de quase morte”, escreve ele em seu artigo, explicando como anteriormente confiava em “boas explicações científicas para as jornadas paradisíacas fora do corpo descritas por pessoas que por pouco não escaparam da morte”. 
Embora se considerasse nominalmente um cristão, reconhece que não tinha fé suficiente para acreditar na vida eterna.
Quando seus pacientes faziam relatos de terem ido ao paraíso durante suas experiências de quase morte, ele se baseava no “atual entendimento médico do cérebro e da mente”, e considerava os relatos como auto-ilusão.
Cético: O Dr. Eben Alexander era indiferente às descrições dos pacientes sobre jornadas ao paraíso após experiências de quase morte... até que o cientista experienciou ele próprio um paraíso de nuvens rosas.
Mas depois que se tornou o paciente, afirma ter “experimentado algo tão profundo que me deu uma razão científica para acreditar na consciência após a morte”.
O médico de 58 anos possui uma linhagem impressionante. Seus antepassados eram eminentes políticos e figuras conhecidas na sociedade de Tennessee. Seu pai era Chefe de Neurocirurgia da Universidade de Wake Forest de 1948 a 1978.
Alexander, quando jovem, se formou na escola Phillips Exeter Academy, recebeu seu título de bacharel pela Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill em 1975, e sua licença médica pela Universidade de Duke em 1980.
Ele passou 15 anos ensinando neurologia na Faculdade Médica de Harvard e na Universidade de Virgínia, dando palestras e pesquisando sobre mapeamento cerebral e tumores cerebrais, além de tentar entender a cognição.
Em 2008, o médico pai de dois filhos estava “em boa saúde e bom estado”, preparando-se para embarcar em um passeio com seu filho a um vulcão na América do Sul, conta ele em uma entrevista sobre o caso ao podcast Skeptiko.
Mal sabia ele que logo se tornaria um paciente no mesmo hospital onde lecionava.
Vívida: Alexander detalha sua experiência em seu livro, Proof of Heaven. Uma amostra do relato também foi publicada na revista Newsweek.
A vida do médico quase foi encurtada em 10 de novembro de 2008, quando acordou às 4h30min da manhã para se aprontar para o trabalho no Hospital Geral de Lynchburg, na Virgínia, onde trabalhava como neurocirurgião.
De repente, começou a sentir fortes dores nas costas, e em 15 minutos estava paralisado pela agonia, mal podendo se mexer.
Sua esposa, Holley, correu para ajudá-lo e começou a massagear suas costas para aliviar a tensão, mas sua situação piorou.
Antes que começasse a ter um ataque de convulsão, suas últimas palavras para a esposa foram, “Não ligue para o telefone de emergência 911”, e perdeu a consciência, sem nenhuma memória do que aconteceu na semana seguinte.
Felizmente para ele, sua esposa não deu atenção ao seu conselho e ele foi levado às pressas ao hospital, onde foi diagnosticado com meningite bacteriana.
“Todo o meu córtex, a parte do cérebro que controla os pensamentos e as emoções, e que essencialmente nos torna humanos, havia parado de funcionar”, relata em seu artigo.
“Os médicos apuraram que ele, de alguma forma, eu havia contraído uma forma muito rara de meningite bacteriana que na maioria das vezes ataca recém-nascidos. Bactérias E. coli penetraram meu líquido cefalorraquidiano e estavam comendo meu cérebro”, acrescenta.
Ele ficou respirando com ajuda de aparelhos em uma UTI, e por seis dias foi tratado com um antibiótico triplo para combater a bactéria, mas seu cérebro tinha pouca funcionalidade e ele não respondia a estímulos, levando os médicos a acreditar que ele nunca voltaria ao normal.
Quando sua família já se preparava para o pior, de repente no sétimo dia ele abre os olhos.
Seu tubo respiratório foi removido e ele miraculosamente disse aos médicos, “Obrigado”.
Eben sofreu de amnésia e não conseguia se lembrar de nada de sua vida antes da doença, e permaneceu confuso durante os primeiros dias depois de voltar do coma.
Mas à medida que se recuperava, começou a se lembrar de memórias vívidas de uma experiência mental mágica durante o seu período de coma.
Doença: O Dr. Alexander, na foto com uma tomografia do seu cérebro infectado, ficou em estado de coma durante sete dias, e os médicos não acreditavam que ele iria retornar. Um mês depois ele estava quase completamente recuperado
“Não há explicação científica para o fato de que, enquanto meu corpo estava em coma, minha mente, meu eu consciente e interior, estava viva e bem”.
“Enquanto os neurônios do meu córtex estavam abalados e completamente desativados pelas bactérias que os atacaram, minha consciência, sem a ajuda do cérebro, viajou a uma outra e maior dimensão do universo: uma dimensão que eu nunca sonhei que existisse, e que o velho eu, de antes do coma, ficaria mais do que satisfeito em explicar como simplesmente impossível”, escreve. 
Ele afirma ter entrado em um “lugar de nuvens — grandes, bufantes e rosadas”, cheio de borboletas e criaturas angelicais que eram “como nada que já conheci neste planeta. Eles eram formas superiores, mais avançadas”.
Nesse mundo celestial, ele escutava um som estrondoso como um glorioso canto, que vinha do alto”, que lhe dava uma sensação de alegria e assombro.
Uma linda jovem o acompanhou durante a sua estadia, “ela era jovem, e me lembro dos seus traços em todos os detalhes. Tinha bochechas altas e olhos azuis escuros. Cachos castanhos dourados emolduravam seu lindo rosto”.
Paraíso: O médico afirma que o lugar que visitou era cheio de borboletas, música e criaturas angelicais mais gloriosas do que os humanos jamais poderiam imaginar.
Alexander admite que sua descrição pode soar como algo que saiu diretamente de Hollywood, mas para os céticos ele afirma que tem uma sensação clara de que foi de fato real, e “não era uma fantasia irreal e passageira”.
Depois dessa incrível experiência em 2008, Alexander conta que houve impacto tanto profissional quanto espiritual em sua vida.
Agora, o cientista concentra suas energias em “investigar a verdadeira natureza da consciência e deixar o mais claro possível o fato de que somos muito mais do que nossos cérebros físicos, tanto para meus colegas cientistas quanto para a população em geral”.
Mas o autointitulado “cristão não praticante” agora afirma que sua experiência com o paraíso aprofundou seu entendimento de Deus e fortaleceu sua fé.
“No cerne da minha jornada está a constatação de que somos amados e aceitos incondicionalmente por um Deus ainda mais grandioso e incomensuravelmente glorioso do que o que eu conhecia”, conclui.
Fonte:Julio Severo

Pastor Abílio Santana desafia apresentador Jô Soares a mostrar milagre ocorrido no Congresso de Missões dos Gideões; Assista

Publicado por Tiago Chagas em 2 de maio de 2013 
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Pastor Abílio Santana desafia apresentador Jô Soares a mostrar milagre ocorrido no Congresso de Missões dos Gideões; Assista
Durante a 31ª edição do Congresso de Missões dos Gideões, o pastor Abílio Santana desafiou o apresentador Jô Soares, da TV Globo, a mostrar um milagre de cura que havia acontecido no evento.
Abílio se preparava encerrar o seu sermão, quando fiéis apontaram na direção de uma senhora com deficiência física que havia se levantado e segurava sua cadeira de rodas com as mãos, mostrando que tinha recebido um milagre.
“Filma isso, Jô Soares”, gritou o pastor. O desafio foi feito porque durante uma das edições de seu programa, o apresentador afirmou que não entendia como aconteciam tantos milagres de cura nos programas evangélicos veiculados na TV.
Assista ao momento em que o pastor desafiou Jô Soares:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte: GNoticias




quarta-feira, 1 de maio de 2013

HOMOSSEXUAL COM "CORAGEM", FALA A VERDADE QUE DERRUBA ATIVISMO GAY E, PROCLAMA A VIDA EM CRISTO, APESAR DE TODAS AS SUAS DIFICULDADES.


Vídeo – “Sou a favor do Marco Feliciano. Sei que estou errado”, diz homossexual em entrevista à cantora Vanilda Bordieri. Assista


Vídeo – “Sou a favor do Marco Feliciano. Sei que estou errado”, diz homossexual em entrevista à cantora Vanilda Bordieri. Assista
A polêmica levantada a partir das declarações polêmicas do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) trouxeram o tema homossexualidade e a visão do cristianismo sobre a questão para uma discussão mais detalhada dentro das igrejas e na sociedade.
A cantora pentecostal Vanilda Bordieri tem um programa na web e tratou sobre a questão da homofobia com um convidado homossexual.
Segundo Bordieri, sua intenção era mostrar que existem homossexuais que não enxergam a postura das igrejas evangélicas como homófobas.
O convidado pela cantora, Robson Coragem, afirmou ser filho de pais cristãos e nascido no meio evangélico, mas que desde a infância carregava “trejeitos”. Questionado se é a favor do pastor Marco Feliciano, respondeu afirmativamente: “Sou a favor. Acho que ele está certo, porque eu sou a favor da Bíblia. O que eu estou fazendo é errado”, disse.
Sobre a questão do casamento gay, Coragem afirmou que “acha que [os homossexuais] até podem ir morar junto, mas não estar se expondo”.
Coragem disse ainda que quando se lembra dos ensinamentos aprendidos na infância, fica “muito confuso”, pois a homossexualidade é uma coisa com a qual ele afirmou lutar “diariamente”.
“Sofro, choro no meu quarto, trancado. É uma coisa que eu sempre falo para os meus amigos íntimos: eu não queria ser [gay]. O que eu passo, eu não desejo pra ninguém”, afirmou Robson Coragem à cantora Vanilda Bordieri.
Comentário: É a mesma consciência que tinha o também  deputado Clodovil Hernandez,  e assim não tratava a homossexualidade como normal, mas sim como um distúrbio de comportamento. Da mesma forma, os Skinheds
os Neonazistas, os Punks e as demais tribos, que querem ditar moda e comportamento para outras pessoas, assim como as suas maneiras de encararem a vida e os problemas. Ou seja, usam de subterfúgio para criarem um mundo como o seu e fazer com que todas as pessoas sejam iguais. tornando assim o seu convívio mais fácil, ao invés de tentarem combater as suas fraquezas emocionais, suas inseguranças e imaturidades. Agem dessa forma para tentarem viverem em "paz", junto a pessoas com os mesmos problemas, que adquiriram após influência de outros, ou por problemas de ordem emocional e/ou espiritual quando na fase de suas formações de crianças, adolescentes e adultas.
 vejam alguns exemplos desse distúrbio comportamental: Hitler 
Jean wyllys , Saddam Hussein ,
 Ozama Bin Laden e recentemente o líder Norte Coreano, Kim Jon Un  , que quer que todos o adorem como uma divindade, tradição de seu País.
 Ai cabe as perguntas: Ativistas ? Extremistas ? Anarquistas ? Ditadores ?  Ou, apenas transtornos psicológicos, distúrbios emocionais e comportamentais, catalizados pela ação das trevas que querem preparar a vinda do antiCristo, causando problemas em todo o mundo. Em Mateus 24:12 a bíblia diz; "E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará". Mas com tantas investidas de satanás na vida do homem, como isso será refreado? Sem Jesus não há como! 
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vô-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.João 14:27
Vanilda questionou se Coragem teria medo do arrebatamento, e o rapaz respondeu prontamente: “Tenho. Eu sei que se Jesus voltar hoje, eu vou ficar”, disse, antes de complementar dizendo que a forma que a igreja tem para ajudá-lo é com “oração, amor, carinho, pois a maioria dos gays não tem isso”.
Confira a íntegra da entrevista concedida por Robson Coragem à cantora Vanilda Bordieri:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte:GNotícias, Google Imagens, Wikcionário.

UMA DAS MAIS IMPRESSIONANTES DESCOBERTAS DOS ÚLTIMOS ANOS CONFORME ANTROPÓLOGO.

Estudo revela que frequentar cultos pode acrescentar até três anos de vida; Antropólogo diz que descoberta “é uma das mais impressionantes dos últimos anos”


Estudo revela que frequentar cultos pode acrescentar até três anos de vida; Antropólogo diz que descoberta “é uma das mais impressionantes dos últimos anos”
O antropólogo e escritor T. M. Luhrmann publicou um artigo no New York Times sobre o efeito da religião sobre a saúde de quem frequenta cultos em igrejas cristãs.
Luhrmann realizou um estudo sobre o tema e publicou recentemente um livro intitulado When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship With God, ainda sem título em português (em tradução livre, pode ser entendido como “Quando Deus Responde: Entendendo a Relação dos Evangélicos Norte-Americanos com Deus”).
“Uma das descobertas científicas mais impressionantes sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara”, diz Luhrmann.
No artigo, Luhrmann afirma que outros pesquisadores chegaram a conclusões semelhantes: “Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor”, observa o antropólogo.
As doutrinas pregadas pelas igrejas também contribuem para uma vida significativamente mais saudável, segundo Luhrmann: “O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros”, pontua.
A fé, para os cristãos, é algo que simboliza a crença no que não é visível, mas real. Para Luhrmann, a convivência com esse exercício pode proporcionar experiências positivas, com influências diretas na saúde.
“Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica, você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom”, conceitua o antropólogo.
Lurhmann diz que a comunidade científica tem “cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de ‘curas simbólicas’ têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom”.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “Antropólogo realiza observações científicas a respeito do impacto da religião na vida das pessoas”, republicado pelo portal Uol:
Uma das descobertas científicas mais impressionantes sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara.
O apoio social é sem dúvida uma parte da história. Nas igrejas evangélicas que estudei como antropólogo, as pessoas realmente parecem cuidar umas das outras. Elas apareciam com o jantar quando os amigos estavam doentes e se sentavam com eles quando estavam tristes. A ajuda às vezes era surpreendentemente concreta. Talvez um terço dos membros da igreja pertencia  a pequenos grupos que se encontravam semanalmente para falar sobre a Bíblia e suas vidas. Uma noite, uma jovem de um grupo no qual eu tinha entrado começou a chorar. Seu dentista tinha dito que ela precisava de um procedimento de US$ 1.500, e ela não tinha o dinheiro. Para meu espanto, nosso pequeno grupo – cuja maioria era de estudantes – simplesmente cobriu os custos, com doações anônimas. Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor.
O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros.
Isso corresponde às minhas próprias observações. Numa igreja que eu estudei no sul da Califórnia, a história de conversão mais comum parecia ser ter encontrado Deus e nunca mais ter tomado metanfetaminas. (Uma mulher me disse que ao esquentar sua dose, ela desencadeou uma explosão no apartamento de seu pai que estourou as portas de vidro. Ela me disse: “Eu sabia que Deus estava tentando me dizer que eu estava indo pelo caminho errado.”) Na igreja seguinte, lembro-me de ter ido a um grupo que ouvia uma mulher falar sobre um vício que ela não conseguia largar. Assumi que ela estava falando sobre sua própria batalha contra a metanfetamina. No fim, ela achava que lia romances demais.
No entanto, acho que pode haver outro fator. Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica, você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom.
Quero sugerir que esta é uma habilidade e que pode ser aprendida. Podemos chamá-la de absorção: a capacidade de se envolver em sua imaginação, de uma maneira que você goste. O que eu vi na igreja como um observador antropológico foi que as pessoas eram incentivadas a ouvir a Deus em suas mentes, mas apenas para prestar atenção às experiências mentais que estavam de acordo com o que elas considerassem ser o caráter de Deus, que elas consideram bom. Vi que as pessoas eram capazes de aprender a vivenciar Deus dessa forma, e que aquelas que eram capazes de vivenciar um Deus amoroso de forma vívida, eram mais saudáveis – pelo menos, julgando por uma escala psiquiátrica padronizada. Cada vez mais, outros estudos confirmam esta observação de que a capacidade de imaginar um Deus amoroso vividamente leva a uma saúde melhor.
Por exemplo, num estudo, quando Deus era experimentado como algo mais remoto não  amoroso, quanto mais alguém rezava, mais sofrimento psiquiátrico parecia ter; quando Deus era experimentado como próximo e íntimo, quanto mais alguém orava, menos doente ficava. Em outro estudo, numa faculdade cristã particular no sul da Califórnia, a qualidade positiva de um apego a Deus diminuiu significativamente o estresse e fez isso de forma mais eficaz do que a qualidade das relações da pessoa com outras pessoas.
Eventualmente, isso pode nos ensinar como aproveitar o efeito “placebo” – uma palavra terrível, porque sugere uma ausência de intervenção em vez da presença de um mecanismo de cura que não depende de produtos farmacêuticos nem de cirurgia. Nós não entendemos o efeito placebo, mas sabemos que é real. Ou seja, temos cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de “curas simbólicas” têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom.
Mas nem todos se beneficiam da cura simbólica. No início deste mês, o filho mais novo do famoso pastor Rick Warren se suicidou. Sabemos poucos detalhes, mas a perda nos lembra que sentir desespero quando você quer sentir o amor de Deus pode piorar a sensação de alienação. Necessitamos com urgência de mais pesquisas sobre a relação entre doença mental e religião, não só para que possamos compreender mais intimamente essa relação – as formas pelas quais elas estão ligadas e são diferentes –, mas para reduzir a vergonha daqueles que são religiosos e ,no entanto, precisam buscar outros cuidados.
*T. M. Luhrmann, professor de antropologia na Universidade de Stanford e autor do livro “When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship With God” [algo como: "Quando Deus Responde: Entendendo a Relação dos Evangélicos Norte-Americanos com Deus"] é um colunista convidado.
Tradução: Eloise De Vylder
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte:GNotícias

terça-feira, 30 de abril de 2013

Vídeo – Ovacionado, pastor Marco Feliciano diz que não “caiu” por causa das orações feitas por ele e afirma: “Estamos em guerra”; Assista na íntegra


Avatar de Tiago Chagas



Vídeo – Ovacionado, pastor Marco Feliciano diz que não “caiu” por causa das orações feitas por ele e afirma: “Estamos em guerra”; Assista na íntegra
Ovacionado por uma multidão que expressou seu apoio com a frase “Me representa, Feliciano”, o pastor e deputado federal presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) pregou no último domingo, 28 de abril, no Congresso de Missões dos Gideões, em Camboriú, Santa Catarina, e falou sobre as polêmicas em que foi envolvido nos últimos meses.
Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou que na história da igreja evangélica no Brasil, “nunca houve tanta oração comungada. Nunca tantos crentes oraram por uma só pessoa como aconteceu nesses dias”, e que por isso, encontrou forças para resistir às pressões: “Uma revista de grande circulação me colocou na capa como o homem que afrontou o Brasil, e embaixo [a pergunta] ‘Por quê é que ele não cai?’. Eu não caio e a resposta está aqui. Não caio graças à oração de vocês”, disse antes de levar o público de mais de 5 mil pessoas à êxtase: “Sai da frente satanás. Estamos em guerra”.
Feliciano voltou a reafirmar que não pretende sair da CDHM e frisou que as polêmicas envolvendo seu nome estão sendo repercutidas à exaustão: “Nunca uma notícia durou tanto tempo. A mídia secular que domina o Brasil tenta me destruir, usando depoimentos meus feitos há 14 anos”, observou. “A verdade deve ser dita. Podem cassar um deputado, mas não um pastor. Mesmo que levem ele para a cadeia, ele pregará lá dentro”, disse.
Segundo o pastor, os jornais “desenharam a figura de um monstro”, o que levou as pessoas a enxergá-lo de maneira equivocada e até, a ser esquecido pelos colegas políticos: “Nessa luta que venho passando, me deixaram 30 dias sozinho na cruz. Por 30 dias nem a nossa Frente [Parlamentar Evangélica] havia se manifestado. O Brasil inteiro me viu apanhar sozinho. Eu chorei”, confidenciou Feliciano.
Ele agradeceu, entre outros, ao pastor Silas Malafaia, de quem afirmou ter recebido uma ligação de manifestação de solidariedade: “Eu parecia um leproso, ninguém queria estar perto de mim, mas ele (Malafaia) me apoiou”.
Citando as críticas que recebe pelo teor polêmico de suas mensagens durante os cultos, o pastor isentou-se de responsabilidades: “Minhas pregações não despertam o ódio e sim a consciência do homem diante de seus pecados. E diante de seus pecados, o homem tem duas posições a tomar: ou se converte, ou fica com ódio”, disse.
Confira no vídeo abaixo, a íntegra da pregação do pastor Marco Feliciano durante o Congresso de Missões dos Gideões:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte: GNotícias