Movimentação militar na fronteira pode ser sinal profético e acordo nuclear deve ser assinado em Viena esta semana e prejudica diretamente o Estado Judeu por Jarbas Aragão
Fonte:http://noticias.gospelprime.com.br/
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Enquanto o mundo discute as consequências para a Europa de um calote grego, passa quase despercebido as negociações sobre o programa nuclear iraniano.
As reuniões estão ocorrendo em Viena, Áustria, e podem trazer sérias consequências a Israel e todo o Oriente Médio. Os mediadores internacionais chamados pela imprensa de 5+1 (EUA, Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha) acenam com a possibilidade do fim das sanções contra o Irã. Os cinco primeiros são parte do conselho de segurança da ONU.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, afirmou no domingo (5), que as conversações em Viena “não representam um avanço, mas sim um colapso”. O acordo final ainda não foi assinado, mas deverá ser antes do final desta semana.
Os detalhes não foram divulgados oficialmente, mas analistas acreditam que um acordo será alcançado. Israel se opõe fortemente ao fim das sanções, pois acredita que isso possibilitará que o Irã finalize a criação de bombas atômicas.
O intricado “xadrez político” do Oriente Médio coloca, ironicamente, Arábia Saudita e Israel do mesmo lado. Por motivos diferentes, o berço do judaísmo e o berço do islamismo deseja ver o antigo Império Persa se fortalecer. Ambos temem que seriam os alvos preferenciais das bomba atômicas iranianas.
Um vídeo polêmico foi publicado por Israel recentemente, onde afirma que: “O Estado Islâmico se expande pelo Oriente Médio e mata tudo aquilo que não se parece com ele (…) Imaginem se o Estado Islâmico desenvolvesse bombas atômicas”.
A comparação é clara, para Netanyahu, o Irã é uma ameaça maior a Israel que o EI. Segundo um comunicado emitido nesta segunda (6) os termos do acordo que se desenvolve possibilitarão o “auge do terrorismo mundial”.
Protestos contra a aproximação de Barack Obama e o presidente do Irã, Rouhani
Embora não se trata disso publicamente, Israel é o único país do Oriente Médio que possui um arsenal atômico, estimado em 100 ogivas nucleares. Segundo o WND os Estados Unidos, maior aliado de Israel, estaria pressionando que o Estado judeu se livrasse de todas elas. Com isso, garantiria a paz na região.
Em março, o governo americano expôs documentos que eram considerados secretos sobre o programa nuclear israelense desenvolvido nas décadas de 1970 e 1980. Há mais de 30 anos que EUA e Irã se provocam mutuamente, enquanto para os iranianos os Estados Unidos são o “Grande Satã”, a nação americana classificava o Irã como parte do “eixo do mal”. Um dos representantes de Washington em Viena afirmou que é “estranho defender tanto o Irã agora”.
Obama e Netanyahu tem relações conflituosas e já foi levantado por especialistas a possibilidade que ogoverno americano se torne “uma ameaça a existência de Israel”. Em uma de suas visitas à casa-branca, o premie israelense presenteou o mandatário americano com uma cópia do Livro de Ester, que relata uma tentativa dos persas de exterminar os judeus.
Nos últimos anos, o Irã ameaçou eliminar Israel do mapa várias vezes, chegando a divulgar que faria isso em 9 minutos com um ataque nuclear. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, ordenouque todas as forças armadas islâmicas do mundo deveriam se preparar para a guerra contra Israel. Para os radicais muçulmanos do Irã, uma das formas de acelerar a chegada do último profeta do Islã, o Mahdi, é uma “grande turbulência” no Oriente Médio. Essa também é a motivação do Estado Islâmico
A vinda desse profeta é esperada por milhões de muçulmanos em todo o mundo. Ele que viria para governar o mundo e derrotar os inimigos dos que servem a Alá. Curiosamente, sua chegada seria precedida pela volta de Jesus Cristo, Esse Cristo levaria judeus a muçulmanos a aceitar o Islamismo.
(AE) "Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo" Apocalipse 1:3.
A movimentação de tropas turcas na fronteira com a Síria podem ser um prenuncio de uma invasão. Desde que a guerra civil começou no país vizinho várias vezes radicais turcos foram apontados como os idealizadores do Estado Islâmico. Se a invasão se confirmar, pode ser o início de um conflito internacional que abalaria todo o Oriente Médio.
Quando o presidente Recep Tayyip Erdogan autorizou uma mudança na legislação, com o apoio do Parlamento, deu a entender em seus discursos que estaria preparado um ataque preventivo contra milícias do Estado Islâmico na fronteira dos dois países.
O objetivo seria estabelecer uma “zona tampão” que protegeria os quase dois milhões de refugiados sírios que saíram de suas casas após o avanço do EI. Contudo, analistas acreditam que o objetivo de Erdogan com uma intervenção militar seria evitar o surgimento de um Estado curdo independente.
A milícia curda da Síria, conhecida como Unidade de Proteção Popular (YPG), já tem o domínio de uma extensa faixa de fronteira nos últimos meses. “Nós nunca permitiremos o estabelecimento de um estado [curdo] no norte da Síria e na nossa região sul”, disse Erdogan diante das câmeras. “Vamos continuar a nossa luta para impedir isso, custe o que custar”.
Os planos de Erdogan foram discutidos em uma reunião do conselho de segurança nacional. Quase 20 mil soldados turcos serão mandados para a fronteira, onde já se encontram mais de 50 mil. As tropas teriam como primeira missão ocupar uma faixa de território na região da fronteira, em Jarablus – sob domínio do EI- e Aazaz, controlada agora pelo Exército Livre da Síria (FSA).
Isso ao mesmo tempo daria condições de estabelecer campos de refugiados fora do solo turco e impedir que as duas regiões sob controle curdo – de Kobane até a fronteira com o Iraque, no leste, e Afrin no oeste – se juntassem.
Os curdos mantêm um estado semiautônomo no Iraque e lutam há mais de 40 anos pela autonomia do Curdistão, que ocuparia parte do Sudeste da Turquia. Eles são considerados uma minoria dentro da Turquia, mas somam 15 milhões de pessoas. Seu representante político no país é o Partido Democrático dos Povos (HDP) e seu braço militar na Síria e no Iraque são o grupo guerrilheiro PKK, que tem enfrentado com sucesso os avanços do EI sobre territórios curdos.
Críticos do governo da Turquia acreditam que pode ser uma “cortina de fumaça”, já que repetidas vezes foi denunciado que são os turcos e os russos que vendem material bélico que sustenta o EI.
Até o momento a Turquia se negou a ajudar nos bombardeios da coalizão liderada pelos Estado Unidos conta o Estado Islâmico. Fazer uma invasão sem uma resolução do Conselho de Segurança da ONU poderia escalonar o conflito.
“O governo turco tem apoiado o Estado Islâmico há anos”, disse Figen Yuksekdag, co-líder do (HDP)em discurso no parlamento da Turquia. O HDP se fortaleceu no Parlamento este ano, quando conseguiu 10% dos votos nas eleições de 7 de junho. Eles são os maiores opositores de Erdogan.
Para os estudantes de profecia, essa movimentação turca pode ser uma maneira de colocar tropas turcas mais perto de Israel. Eles acreditam que a Turquia será o centro da união de nações que se unirá contra Israel na guerra de Gogue e Magogue. Desde que assumiu o poder, Erdogan tem mantido relações próximas com Rússia e Irã, países que também representam ameaças ao Israel moderno.
Segundo o relatório conhecido como Wikileaks, Erdogan “simplesmente odeia Israel”. Nos últimos meses, a Turquia tem mostrado ao mundo sua face mais radical. No ano passado,hospedou o que foi chamado por especialistas em profecias bíblicas de “Confederação do Anticristo”.
Dois meses atrás, Erdogan ameaçou invadir o Estado judeu e unificar o mundo muçulmano. “Jerusalém não é para os cruzados [cristãos]… Alá testemunha isso. Um povo, uma bandeira, uma nação e um Estado! Jerusalém é para os muçulmanos e não para Israel”, enfatizou Erdogan. “Por que deveríamos continuar a ser amigos com aqueles que pisaram com suas botas no Monte do Templo? Eles insistem que temos de ser amigos? Eu digo, não seremos”, finalizou. Com informações deProphecy News, Israel National News e El País

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