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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Evangélica, Monique Evans faz foto com bandeira de ativistas gays em frente a igreja nos EUA

Publicado por Tiago Chagas em 1 de maio de 2015 
Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/

Evangélica, Monique Evans faz foto com bandeira de ativistas gays em frente a igreja nos EUA
A apresentadora Monique Evans, que recentemente assumiu um relacionamento homossexual com a DJ Cacá Werneck, publicou uma imagem nas redes sociais, ao lado de uma bandeira do movimento LGBT, em frente ao templo de uma igreja.
“Várias igrejas nos EUA colocam bandeira gay para dizer que são bem-vindos!”, explicou Evans na legenda da foto.
Os seguidores da apresentadora no Instagram foram ao delírio com o gesto ativista, e publicaram elogios nos comentários, usando termos como “diversidade”, “bem-vinda à civilização”, “isso sim é civilização”, entre outros.
Monique Evans já havia causado enorme burburinho ao assumir um relacionamento homossexualcom Cacá Werneck durante o “desfile das campeãs” no carnaval do Rio de Janeiro, em fevereiro desse ano.
Ela costumava se apresentar como evangélica, e até publicou uma foto de uma tatuagem da representação do rosto de Jesus no braço direito, o que levou muitos de seus seguidores a criticarem nas redes sociais.
Em 2013, atravessando problemas pessoais, Monique se aproximou da fé. Foi levada pela colega Marinara Costa a um culto na casa do pastor e cantor Kleber Lucas. No caminho para a celebração, usou as redes sociais para contar aos seguidores quais eram seus planos: “Hoje é dia de culto de Ação de Graças! Feliz em ir encontrar o meu Senhor!”.
Marinara Costa disse à época ao site Ego que não poderia deixar a colega sozinha num momento de turbulência: “Sou amiga da Monique Evans há 20 anos e não poderia deixar a minha amiga sozinha. Na situação que ela está, fica usando as redes sociais para desabafar e isso é péssimo. Convidei a Monique para participar de um churrasco de um casal de amigos pastores para ela se aproximar de Deus”, explicou.

Bispo Edir Macedo encontra Latino e cantor expressa gratidão por ajuda décadas atrás

Publicado por Tiago Chagas em 1 de maio de 2015 
Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/

Bispo Edir Macedo encontra Latino e cantor expressa gratidão por ajuda décadas atrás
O bispo Edir Macedo recebeu a visita de Roberto Souza Rocha, 42 anos, cantor e compositor conhecido pela alcunha de Latino.
O artista popular afirmou que tinha o sonho de encontrar-se pessoalmente com o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus para expressar sua gratidão por gestos feitos décadas atrás.
“Ainda garotinho, perambulava pelas ruas do Méier, zona norte do Rio de Janeiro, com os meus primos. Dormíamos na rua e eu me lembro de ouvir o Bispo Macedo pregar para algumas pessoas na praça Jardim Méier, em um coreto de madeira. Inconscientemente, eu absorvi aquelas palavras. Apesar da minha condição muito precária e quase sem nenhuma chance de dar certo na vida, hoje estou aqui e realmente tenho certeza de que aquelas palavras me influenciaram muito, me motivaram e me deram a força que eu precisava para ignorar a realidade difícil que eu vivia e seguir em frente”, afirmou Latino ao site da denominação.
O jornalista Marcelo Rezende já havia antecipado essa história durante o programa Cidade Alerta, meses atrás, relatando uma conversa que ele tinha tido com o cantor em um compromisso pessoal.
De acordo com o cantor, Macedo – que à época era pastor – muitas vezes o ajudou a comer, oferecendo alguns trocados, e fazia brincadeiras com o menino que não tirava a camisa do Flamengo: “Eu me lembro muito claramente dele falando para mim em tom de brincadeira: ‘essa camisa vai sair andando sozinha’, já que eu nunca, nunca mesmo, a tirava. Ele chegou a me dar comida, mas talvez nem se lembre, porém, eu nunca esqueci”, relembrou.
O encontro entre o artista e o bispo aconteceu na sede da TV Record, no bairro da Barra Funda, em São Paulo. E Latino disse ter se emocionado: “Um dos meus sonhos era poder um dia contar isso tudo ao bispo e, quando tive essa oportunidade, foi a maior emoção da minha vida. Eu tremia tanto, me emocionei, me deu até dor de barriga. Vocês não podem imaginar o quanto significou poder encontrá-lo. Até agora, ao lembrar do momento que o vi, me emociono muito”, concluiu.

A verdadeira natureza do vício

Por Jonas Justiniano: Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.
Fonte:http://artigos.gospelprime.com.br/
A verdadeira natureza do vício“Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. (Romanos 8,5-6)
Esse tema é, sem dúvidas, um dos mais discutidos na atualidade. Não a origem do problema, mas como tratá-lo. Muitos estudiosos, em diversas áreas, seja teológica, psicológica ou outra, estudam o vício. Muitos são os métodos criados para tratar de pessoas viciadas. O grande problema é que o mundo não sabe a real causa deste mal. Tentar curar uma doença sem pelo menos saber qual de fato é o problema é um erro colossal e que muitos concordam ser uma loucura. Nesse artigo entenderemos o que leva uma pessoa a ser viciada e como ela pode ser verdadeiramente curada de sua doença.

A criação do homem

Antes de entrarmos diretamente no assunto, é necessário entendermos como era o homem logo após ser criado. As Escrituras nos ensinam que Deus fez o homem reto (Ecl 7,29), e que tudo que Ele criou era muito bom (Gn 1,31). Isso significa que o homem foi criado puro, sem nenhum tipo de pecado no seu coração ou em sua mente. Todo o seu corpo era santo, refletindo plenamente a Imagem e Semelhança do Senhor (Gn 1,26).
Por causa da sua santidade, o homem não tinha vícios. Ele não se viciava em sexo, comida, entretenimento ou qualquer outra coisa. O homem vivia apenas para glorificar a Deus, vivendo uma vida dedicada a Obra que o Senhor outorgou-lhe.
Assim como o Senhor criou o homem, Ele também é o criador da Fé. No livro de Hebreus diz que Ele é o “Autor e consumador da nossa Fé” (Hbr 21,1). Deus criou a Fé e, como sendo pertencente a Ele, Ele a concede a quem desejar (Rm 12,3; Ef 2,8). Essa Fé era parte essencial do homem. Ele vivia para a Glória de Deus porque o Senhor lhe dera um coração com Fé para que  pudesse consagrar a sua vida inteiramente a Ele, obedecendo assim os seus Mandamentos. Por causa desse coração reto que Deus deu ao homem na Criação, que o homem era capaz de viver em obediência.
Essa Fé levava o homem a ter comunhão plena com Deus. Por isso é certo dizer que nós fazemos aquilo que reflete o que somos. Como o homem foi criado com um coração bom e reto, então os seus caminho eram bons e retos. Para entendermos isso um pouco melhor, vamos mais a frente para o salmo 51 escrito pelo Rei David, mas antes discorreremos sobre queda do homem.

A queda do homem

Como já foi dito, o homem foi criado perfeitamente bom, sem nenhum pecado ou defeito. Porém, como sabemos, a humanidade, na pessoa de Adão, caiu em pecado. Se antes os seus membros e pensamentos eram retos e puros, agora são todos corrompidos pelo pecado (Gn 6,5); se antes o homem vivia para a Glória de Deus, agora vive para si mesmo; se antes Deus era o objeto de maior desejo e prazer do homem, agora até mesmo um pedaço de madeira e barro pode tomar o seu lugar. O homem tornou-se um ignorante (Rm 3,11), sem afeição natural (Rm 1,31) e inútil (Rm 3,12). Quão miseráveis somos nós, merecemos o inferno! Éramos filhos da Ira Divina (Ef 2,3), condenados a um local de sofrimento e tortura eterna.
Essa é a devastação causada pelo pecado. Toda a pureza que Deus criou em nós foi perdida. O desejo que o homem sentia por Deus foi revertido pelo seu desejo pelo pecado. Pecar passou a trazer uma recompensa e um prazer melhor para o homem. O seu coração mudou, sua disposição em amar a Deus foi perdida. A conexão e comunhão que Deus tinha com a humanidade foi afetada. A dor, a fome, o sofrimento e as doenças passaram a existir.
Todos os males que o mundo enfrentou e enfrenta foi por causa de um “mero” pecado. Essa é a consequência do pecado, esse é o salário da transgressão a Lei de Deus.
Diante disso, qual deve ser a nossa postura? A doença foi identificada (a queda do homem). Ela é a responsável pela perca da Fé do homem. Qual deve ser a atitude de uma pessoa que quer se liberta do seu vício e da Ira do Altíssimo?

O Salmo 51

Esse salmo foi escrito pelo Rei David. Trata-se do arrependimento dele por ter cobiçado a mulher de um homem casado e ainda ter matado-o para poder ficar com a sua esposa(cf. II Samuel 11). Nos atentaremos nesse momento para uma parte pequena mas significativa dessa confissão de arrependimento.
 “Cria em mim, ó Deus, um coração novo, e renova em mim o Teu Espírito.” (Sl 51,10)
Podemos observar duas verdades reveladoras nesse versículo:
1 – O Rei David entende que ele só poderá mudar se o Senhor transformar o seu coração e o seu Espírito. Ou seja, ele pede que Deus mude a disposição do seu coração, ele entende que precisa de uma nova inclinação. O seu coração era pecaminoso e desejava o pecado. O que ele pede é que, ao invés desse coração desejar a carne, que o Senhor crie nEle um coração novo, que passe a amar aquilo que o Altíssimo ama e odiar aquilo que o Santíssimo odeia.
2 – Esse texto apresenta um conceito cristão chamado de “re-criação”. Esse é um entendimento ortodoxo sobre a obra salvífica realizada por Deus no coração do homem. Como já foi mostrado, o homem foi criado com um coração bom, que desejava a Deus e vivia para a obediência. Esse coração bom, movido pela Fé em direção constante a Deus, foi perdido pelo homem em sua queda. Agora, o coração que antes desejava a Deus, deseja a tudo, menos ao Criador.
Sabendo disto, muitos teólogos se questionaram:”Como David pede pra Deus criar um coração novo se Deus já o criou nos seis dias da Criação?” A resposta é que o salmista não está pedindo para que o Senhor crie de novo a Fé, mas que Ele traga de volta o coração que foi perdido por Adão. Por isso que no mesmo contexto de “Cria em mim um coração novo” está o “RENOVA em mim o Teu Espírito.” O Rei David estava pedindo que O Altíssimo trouxesse de volta o coração puro que Ele criou em Adão, para que ao invés de desejar o pecado, passasse a desejar a Deus acima de todas as coisas.

A verdadeira natureza do vício

Agora podemos entender a verdadeira natureza do vício. Antes, gostaria de contar um pouco minha história e luta contra um vício que enfrentei durante minha jornada cristã.
Desde que eu era criança, eu sempre tive bastante contato com a internet. Sempre tive privacidade, pois minha mãe sempre saía nas noites e trabalhava o dia todo. Ou seja, sempre fiquei praticamente só em casa o dia todo. Como era sozinho e com um computador com internet em mãos sem nenhum auxílio de uma pessoa de mais experiência, acabei me envolvendo muito cedo com a pornografia.
Comecei assistindo poucas vezes na semana, mas logo depois cheguei a assistir várias vezes por dia. Junto com a pornografia, claro, vinha o vício na mastubação. Não conseguia me conter e obtia esse prazer várias vezes ao dia. Meu desempenho na escola caiu drasticamente, assim como minhas relações sociais.
Porém, mesmo diante disso, se alguém chegasse pra mim e falasse:”Jonas, se você desligar esse computador e não acessar esse vídeo pornográfico agora eu vou te dar um milhão de dólares”, eu com certeza iria cancelar o vídeo e, talvez, com tanta alegria fosse capaz de socar o monitor e quebrar a cpu.
Em uma fração de segundos eu iria ter controle sobre o meu corpo. Posso garantir que isso aconteceria com qualquer pessoa. Se ela tiver o INCENTIVO necessário, ela irá se conter. Dessa forma, o problema do homem não é falta de controle, mas a falta de Fé. Eu muitas vezes caía no pecado da luxúria porque obedecer a Deus não servia como um incentivo suficiente para que eu me controlasse. Um milhão de dólares seria o incentivo suficiente, mas Deus não era. Isso porque me faltava Fé, assim como falta Fé para todos os viciados.
Esse deve ser o nosso maior incentivo: fazer e cumprir a Vontade de Deus. Devemos ter Fé de que Ela é “Perfeita, Boa e Agradável”(Rm 12,2). Essa é a natureza de todo o vício: não ter confiança em Deus e não crer nEle. A incredulidade, com certeza, é a fonte de todo o pecado e vício.
Só deixaremos nossos pecados e vícios quando Deus nos for tudo que precisamos. Quando termos a plena convicção que cada pecado resistido irá valer a pena, pois teremos Fé suficiente para dizermos a nós mesmos: “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.”Romanos 8:18-19
* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
e não refletem, necessariamente, a opinião do Gospel Prime.

Bancada evangélica conquista protagonismo e já influencia políticos católicos, diz pesquisadora

Publicado por Tiago Chagas em 30 de abril de 2015 
Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/

Bancada evangélica conquista protagonismo e já influencia políticos católicos, diz pesquisadora
A bancada evangélica atual alcançou um nível de representatividade tão forte que vem influenciando bancadas mais estabelecidas, como a dos católicos, no Congresso. Essa é a opinião da jornalista e professora-doutora Magali do Nascimento Cunha, docente da Universidade Metodista de São Paulo.
Magali desenvolve estudos sobre a bancada evangélica e afirmou numa entrevista concedida à Rede Brasil Atual que o discurso dos parlamentares evangélicos se solidificou na política porque encontra simpatizantes em outros setores da sociedade.
“A bancada evangélica, desde a sua formação em 1986, nunca teve uma pauta progressista, ou de esquerda. Os parlamentares evangélicos, até os anos 2010, não eram identificados como conservadores do ponto de vista sociopolítico e econômico, como o é a Maioria Moral nos Estados Unidos, por exemplo. Seus projetos raramente interferiam na ordem social: revertiam-se em ‘praças da Bíblia’, criação de feriados para concorrer com os católicos, benefícios para templos. O perfil dos partidos aos quais a maioria dos políticos evangélicos estava afiliada refletia isso bem com recorrentes casos de fisiologismo”, recapitulou a professora.
De acordo com Magali Cunha, o movimento de protagonismo da bancada evangélica em direção ao conservadorismo é um capítulo recente da história do parlamento brasileiro.
“É o forte tradicionalismo moral que tem marcado a atuação da Frente Parlamentar Evangélica, que trouxe para si o mandato da defesa da família e da moral cristã contra a plataforma dos movimentos feministas e de homossexuais e dos grupos de Direitos Humanos, valendo-se de alianças até mesmo com parlamentares católicos, diálogo historicamente impensável no campo eclesiástico”, destacou a professora.
Magali do Nascimento Cunha acredita que “este discurso tem um apelo que atinge não só evangélicos mas também católicos e outros grupos sociais mais conservadores que nem são ligados à religião”, mas que têm um pensamento parecido.
“É na última legislatura que vemos emergir uma pauta mais conservadora do ponto de vista sociopolítico e econômico entre os evangélicos, que são uma frente parlamentar estratégica, a terceira do Congresso em número. Isto é um sinal de mudança de postura tanto de boa parte dos parlamentares evangélicos, que se veem com força para pautar temas para além da moralidade sexual, como de políticos não-religiosos identificados com o conservadorismo e que veem neste grupo um aliado”, analisa a professora, identificando como o interesse político ajuda na formação desse bloco de influência onde os políticos evangélicos atuam.
Em uma espécie de balanço dos primeiros meses de atuação da bancada evangélica na nova legislatura, Magali Cunha alerta que o grupo não é homogêneo em todas as questões, mas sólido no que se refere aos princípios defendidos pela doutrina cristã.
“’Evangélicos’ é um segmento social de uma diversidade que em um parágrafo já não se pode explicar. Falamos de uma enorme gama de grupos desde os históricos ligados à Reforma Protestante, os pentecostais relacionados aos movimentos avivalistas nos Estados Unidos e na Escandinávia, aos grupos independentes nascidos no Brasil desta ou daquela experiência e que se concretizam em incontáveis denominações”, pontua.
Sobre o atual presidente da Câmara, a professora reafirma que seu posicionamento político está mais ligado à sua carreira do que à sua religião: “Eduardo Cunha não está no cargo de presidente da Câmara porque é evangélico. Está pelo seu histórico de aliado das empresas de telefonia e de liderança do PMDB. Tornou-se evangélico há pouco mais de dez anos, o que foi um reforço a mais ao seu poder de penetração e já mudou de denominação, identificando a força das Assembleias de Deus para onde migrou como membro no final de 2014, deixando a Igreja Sara a Nossa Terra, que o vinha apoiando. Portanto, a pauta de retrocessos é dele como político dos empresários e da ala mais conservadora do PMDB e o fato de ele ser evangélico reforça isso e dá mais margem de negociação a ele como integrante destacado desta que é a terceira bancada da Câmara”, conclui.

Quando bons líderes não agradam a Deus

Fonte:http://www.gospelprime.com.br/
Quando bons líderes não agradam a DeusPor Fábio Ribas: Há ótimos líderes que unem o grupo, organizam muito bem as tarefas, animam seus liderados, são cativantes e até colocam-se... 
Há ótimos líderes que unem o grupo, organizam muito bem as tarefas, animam seus liderados, são cativantes e até colocam-se como exemplo daquilo que querem que os outros façam, mas, preste atenção, nem sempre bons líderes agradam a Deus.
Não há dúvida, por exemplo, que havia liderança competente na enorme empreitada para a construção da Torre de Babel. Homens que souberam convencer o grupo a abandonar seu estilo de vida nômade e fixarem-se numa planície da terra de Sinar à revelia das ordens de Deus.
Deus já havia ordenado duas vezes que o gênero humano se espalhasse por toda a terra (Gn 1: 28 e Gn 9:7). A história está repleta de homens que se revelaram ótimos líderes, mas que usaram a liderança para sua autoglorificação: “Vamos! Tornemos nosso nome famoso”!
A Igreja também conheceu líderes que carregaram as ovelhas para trágicas armadilhas. Portanto, um líder ou um grupo de homens personalistas por detrás dos púlpitos e administrações eclesiásticas são a última coisa que poderíamos desejar de nossas lideranças.
Embora a palavra “motivação” nos dê a ideia daquilo que nos fundamenta, remetendo-nos à causa, à origem, à razão do que determina a direção e a intensidade de nossas atitudes, prefiro a palavra “entusiasmo” para tratar especificadamente do líder.
Na etimologia grega de “entusiasmo”, revela-se o radical “Teos”, “o transporte de Deus” para ser mais exato. Assim, uma pessoa entusiasmada é aquela em que Deus age dentro dela para leva-la a determinado fim.
Precisamos de líderes cristãos que sejam entusiasmados nesse sentido da palavra, pois líderes entusiasmados, isto é, carregados por Deus, motivam seus liderados!
Podemos, contudo, ser ótimos líderes, mas estarmos entusiasmados pelo “deus” errado: fama, dinheiro, sexo, poder, etc. Evidentemente, líderes idólatras motivarão erroneamente a Igreja, a família e o Governo.
Eu não quero ser um líder dentro da minha casa que ensine aos filhos o sucesso da autoglorificação. Nossas igrejas já estão cheias de pessoas assim e, por consequência, é esse tipo de líder que temos oferecido à vida pública do país.
Cabe aqui que nos questionemos sinceramente: “Qual é o “Deus” que me entusiasma”? A rebeldia e a autopromoção eram os deuses dos líderes na Torre de Babel. E é muito fácil nos enganarmos e enganarmos a Igreja repetindo chavões como “é para a glória de Deus”. Mas qual Deus?
Ensino 2: O líder que agrada a Deus é aquele que motiva as pessoas para que elas façam o que é certo!
Leia também o segundo artigo desta série: “Jesus é o líder perfeito”.
* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores
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Projeto de lei se antecipa à “marca da besta” e proíbe a implantação de chips em cidadãos

Publicado por Tiago Chagas em 30 de abril de 2015 
Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/

Projeto de lei se antecipa à “marca da besta” e proíbe a implantação de chips em cidadãos
Uma previsão do fim do mundo, aliada à uma linha de interpretação das profecias do Apocalipse e aos boatos de que em breve o governo brasileiro iniciaria a implantação dechips nos cidadãos levou um vereador a uma iniciativa, no mínimo, inusitada: um projeto de lei que proíbe chips nos moradores de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo.
Carlos Fontes (PSD) justifica sua proposta dizendo que o fim do mundo está próximo e que com a proibição por lei dos chips, ajudará a impedir uma ordem satânica mundial que através da “marca da besta” vai rastrear as pessoas.
Segundo informações do G1, o vereador é evangélico e acredita que o Apocalipse acontecerá em breve: “Tendo em conta que o fim dos tempos se aproxima, é preciso que as leis se antecipem aos futuros acontecimentos. Sendo assim, urge que se proíba a implantação em seres humanos de chips ou quaisquer outros dispositivos móveis que permitam o rastreamento dos cidadãos”, argumentou.
Fontes destaca que a Organização das Nações Unidas (ONU) vem estudando a implantação dechips em humanos, sob o pretexto de reunir em um único dispositivo, todas as informações pessoais sobre condições de saúde, situação jurídica e financeira, além de conter informações documentais, como passaporte, por exemplo.
O vereador acredita que quem “não tiver a marca da besta” vai viver à margem da sociedade: “A Bíblia Sagrada, no livro de Apocalipse, diz que todas as pessoas deverão ter marcas na mão ou na testa para se inserir na sociedade, seria a marca da besta. Eu não quero ir contra a Palavra de Deus, mas quero alertar a população sobre essa imposição. O projeto pede a proibição, mas as pessoas têm direito de escolha”, explicou o vereador.
O projeto foi protocolado na Câmara de Santa Bárbara d’Oeste na última segunda-feira, 27 de abril, e será analisado pelas comissões da Câmara, que decidirão se a proposta segue para votação ou será arquivada.
Recentemente, um rumor de que a presidente Dilma Rousseff (PT) teria autorizado um projeto para implantação de dispositivos nos brasileiros tomou conta das redes sociais. O boato, no entanto, foi desmentido.

Aline Barros em Família estreia segunda temporada

O programa de rádio online vai ao ar todos os sábados a partir das 18h por Leiliane Roberta Lopes
Fonte:http://musica.gospelprime.com.br/

A cantora Aline Barros e seu esposo, Gilmar Santos, estrearam a segunda temporada do programa “Aline Barros em Família” que é transmitido através de uma rádio online.
O programa traz mensagens especiais para as famílias, abordando temas do cotidiano sempre com uma perspectiva cristã.
“Já estamos trabalhando para dar a você e sua família, momentos impactantes na presença de Deus. Temos orado, buscado direção e visto a mão de Deus em cada gravação e participação. A segunda temporada do Programa Aline Barros em Família será especial e Deus vai abençoar você e sua casa!”, diz o site da websérie.
O primeiro episódio dessa temporada, que também é divulgada em vídeo pelo Youtube, fala sobre fé e tem como tema “Chega pra lá, montanha”. O programa falou a respeito de “uma fé que é baseada em certezas, que busca agradar a Deus e que precisa ser firme”. Quem ouve o programa aprende como andar alinhado com a Palavra de Deus para conhecer a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.
A websérie é gravada e todos os sábados, a partir das 18h, ela é transmitida pelo sitewww.alinebarrosemfamilia.com.br. O segundo episódio do programa vai falar sobre “O que vestir” tendo Colossenses 3:15 como base.
“Eu e Pr. Gilmar queremos que vocês sejam impactados com essa mensagem que mostra a necessidade de dia a dia nos livrarmos de coisas que não fazem parte das riquezas de Cristo”, escreveu a cantora. O próximo episódio será exibido no sábado (23).
Mas além de ser transmitido pela internet, o programa Aline Barros em Família também é distribuído para algumas rádios evangélicas espalhadas pelo Brasil.

“Eu existo”: Sheherazade abraça campanha em defesa de ex-gays vítimas de preconceito; Assista

Publicado por Tiago Chagas em 30 de abril de 2015 
Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/

“Eu existo”: Sheherazade abraça campanha em defesa de ex-gays vítimas de preconceito; AssistaA jornalista Rachel Sheherazade publicou um editorial em que chama atenção para a situação de pessoas que por diversas razões, deixaram a homossexualidade e se tornaram alvo de preconceito e perseguição por parte de ativistas gays.
Em sua coluna no site da rádio Jovem Pan, Sheherazade lembrou da iniciativa do pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que convocou uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados para tratar do assunto.
“Quero falar de um tipo de preconceito silencioso e pouco difundido que sofrem os chamados ex-gays – homossexuais que, por razões diversas (religiosas, sociais ou de foro íntimo), decidiram deixar a prática ou a condição de homossexuais. […] Os ex-homossexuais enfrentam duplo preconceito da sociedade: tanto dos héteros, quanto dos certos grupos LGBT, que os tratam como dissimulados, fingidos ou doentes mentais”, pontuou Sheherazade.
De acordo com a jornalista, “nove ex-gays foram convidados a participar da audiência [pública convocada por Feliciano] e contar, aos parlamentares, seus dilemas, seus sofrimentos, e o preconceito de que são vítimas”, acrescentando que “a intenção é cobrar proteção do Estado a essas pessoas, por se tratarem da minoria de uma minoria”.
Sheherazade lembrou ainda da atuação da psicóloga Marisa Lobo, que há anos enfrenta uma batalha pelo direito dos homossexuais que desejam abandonar a prática e/ou condição e buscam auxílio de psicólogos para contornar seus dilemas, mas são impedidos porque uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) impede os profissionais da área de tratarem do tema durante as sessões de terapia.
“Apesar da forte discriminação, os novos héteros não têm medo de mostrar o rosto, nem de relatar suas sofridas histórias de vida. Vídeos de ex-gays estão se proliferando nas redes sociais, com um alerta em comum: ‘Eu existo’. A psicóloga Marisa Lobo é uma das que apoiam e reconhecem a condição dos ex-gays. Ela está redigindo um relatório para ser entregue à ONU, onde descreve cerca de cem casos de gays e lésbicas que mudaram sua opção sexual”, afirmou a jornalista.
Em sua conclusão, Rachel Sheherazade destaca que é importante dar voz aos oprimidos por aqueles que se apresentam como vítimas: “Se gays não têm cura, pois a homossexualidade não é, definitivamente, uma doença, eles têm ao menos o direito de tentar mudar de opção, se assim o quiserem. A isso, damos o nome de livre-arbítrio”, destacou. Assista: