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sábado, 3 de setembro de 2016

Mel Gibson prepara a continuação de “A Paixão de Cristo”

Fonte: http://padom.com.br/mel-gibson-prepara-continuacao-de-paixao-de-cristo/

O ator e cineasta Mel Gibson apareceu no último domingo (28) como convidado surpresa no evento “SoCal Harvest”, promovido pelo pastor sênior da Harvest Christian Fellowship, Greg Laurie. Gibson esteve no palco com o evangelista para falar sobre as novidades em que está trabalhando, entre elas a sequência do filme “A Paixão de Cristo”, que poderá ser chamada de “A Ressurreição”.
Em junho desse ano, o roteirista Randall Wallace, que escreveu clássicos como “Coração Valente” e “Pearl Harbor”, disse ao site Hollywood Reporter que ele e Gibson estão trabalhando na continuação do filme, produzido em 2004. A nova produção foca na ressurreição de Cristo. “‘A Paixão’ é o começo e tem muito mais para contar”, pontuou Wallace.
O ator de 60 anos, que dirigiu e produziu o primeiro filme, foi questionado por Laurie sobre os rumores que circulam em torno do novo longa. Gibson disse que ele se reuniu com Wallace para falar sobre a possibilidade do segundo filme ser chamado de “A Ressurreição”.
“Nós estamos conversando sobre isso. Claro, isso é um enorme compromisso”, disse Gibson. “Não será um‘A Paixão de Cristo 2‘, mas estamos chamando de ‘A Ressurreição'”, ressaltou. “Claro, isso é um assunto muito importante e precisa ser analisado, porque nós não queremos apenas fazer uma apresentação simples [da ressurreição]. Queremos explorar significados mais profundos do que o tema se trata, e isso pode demorar”, Gibson continuou.
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“Randall Wallace também é um escritor brilhante, ele é um grande diretor. Ele dirigiu “O Céu É de Verdade”, entre outros filmes. Então, ele é um bom escritor e diretor”, avaliou.
Laurie também perguntou a Gibson sobre seu próximo filme “Hacksaw Ridge”, que é baseado em uma história verdadeira, dirigido por Gibson e co-escrito por Wallace. O filme, que sai em novembro, detalha o heroísmo de Desmond Doss, um médico cristão do exército americano que trabalhou durante a Segunda Guerra Mundial.
Doss era adventista e muito conhecido por salvar vidas, como a dos 75 de seus companheiros que estavam sob fogo inimigo durante a batalha de Okinawa (Japão), em 1945.
“Desmond Doss recebeu uma Medalha de Honra do Congresso por sua coragem, mesmo estando em perigo. Ele era muito singular em relação à maioria dos que recebem a Medalha de Honra. Ele tinha de tomar uma decisão médica em uma fração de segundo e sempre era uma decisão corajosa e heróica”, explicou Gibson. “Desmond fez isso por várias vezes e em diferentes lugares no Pacífico. Sua maior conquista foi em Okinawa, onde ele salvou muitos homens”, disse.
Gibson afirmou que Doss foi um “homem de fé e convicção”, e que “ele não poderia ter feito o que fez sem o poder de Deus”. O ator é conhecido por grandes sucessos de Hollywood como “Mad Max”, “Máquina Mortífera” e “Coração Valente”. Ele explicou que gosta de fazer filmes com mensagens cristãs como “A Paixão de Cristo”, “Hacksaw Ridge” e “A Ressurreição”, porque “os super-heróis são reais”.
“Mas, eles operam em um nível mais elevado, em um nível sobrenatural. Eles realmente olham e apelam para algo maior que si mesmos e, em seguida, eles fazem algo super-humano”.

Com informações christianpost
Tags: A PAIXÃO DE CRISTO -  FILME - MEL GIBSON

Homem é visitado por anjos e revela cura de problemas cardíacos após experiência sobrenatural

Por Tiago Chagas 

Fonte:https://noticias.gospelmais.com.br/homem-visitado-anjos-cura-problemas-cardiacos-85309.html

Um homem que esteve à beira da morte relatou ter sido visitado, duas vezes, por anjos enquanto se recuperava de seu problema cardíaco. Sua esposa havia feito orações a Deus pedindo por sua cura enquanto ele estava em cirurgia.
O mal-estar que levou o homem chamado Don ao hospital ocorreu quando ele voltava com Kathleen, sua esposa, do aeroporto. Ele sentiu uma dor forte no peito e Kathleen a convenceu a ir a um hospital imediatamente.
De acordo com informações do portal Christian Today, Kathleen relatou ter recebido uma grave notícia dos médicos: “Seu marido está morrendo”.
O especialista explicou que Don poderia morrer a qualquer momento porque as artérias ao redor de seu coração haviam entrado em colapso, e que durante a cirurgia, ele poderia entrar em óbito.
Kathleen se voltou à sua fé, e pediu a Deus em oração que curasse seu marido durante todas as oito horas da cirurgia, marcada por uma parada cardiorrespiratória e ausência de atividades cerebrais de Don.
Os cirurgiões fizeram um procedimento de reanimação e Don voltou a respirar e registrar atividade cerebral. No pós-operatório, ele foi levado a uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde era monitorado constantemente.
Ele e sua esposa estavam no quarto da UTI quando uma médica japonesa entrou no local, olhou o prontuário médico de Don e disse a Kathleen que ela deveria seguir as instruções para que seu marido se recuperasse dos problemas.
Quando a médica saiu, uma enfermeira entrou, e aí o casal resolveu perguntar o nome da doutora. A enfermeira, surpresa, respondeu: “Não temos nenhuma médica japonesa neste hospital. Ninguém saiu pela porta”.
Em uma relato feito ao portal God Reports, o casal diz acreditar que a médica era, na verdade, um anjo, e que seguindo suas instruções a respeito da medicação, Don se recuperou rapidamente.
Dois dias depois da alta hospitalar, Don estava deitado no sofá de sua casa e recebeu mais uma visita angelical, dessa vez, sem disfarces. “Ele estava em pé, em cima de mim. Era como uma chama brilhante de fogo […] Ele começou a se afastar de mim. Eu podia ouvir suas asas batendo, como pás de um helicóptero. Ele se moveu ao redor da sala, foi por cima do ambiente e saiu para fora da janela. Eu fiquei petrificado”, relatou.
A experiência sobrenatural ainda teria mais um capítulo: uma amiga do casal, frequentadora da mesma igreja, foi à casa da família visitá-los e levou uma caixa de joias de presente, dois dias depois ao episódio da visita angelical.
“Duas noites atrás, Deus me disse para trazer isso para vocês”, disse ela ao entregar o objeto a Kathleen, onde se podia ler “Eu enviei o meu anjo à frente de vocês para guardá-los no caminho que tenho preparado”.
Don e Kathleen creem que os anjos foram enviados por Deus a eles para mostrar sua glória e levar a cura. “Cada dia é um presente. Agora estou disposto a fazer o que Ele quiser que eu faça”, concluiu Don.
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  • Após ler João 3:16, muçulmano se converte e recebe visita de anjo

    Professor da Malásia é rejeitado pela família, espancado, mas não renuncia sua nova fé 
                                                                                                                                                                 por Jarbas Aragão
    Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/joao-316-muculmano-converte-anjo/
    Após ler João 3:16, muçulmano se converte e recebe visita de anjoAnil Gomes (nome mudado por razões de segurança) vive em Bangladesh, onde menos de 0,5% da população é cristã. Nasceu em uma família muçulmana, como a maioria da população do país asiático. Levando em conta o aumento da perseguição religiosa, ele resolveu divulgar seu testemunho pessoal para encorajar os outros cristãos.
    Formado em História no seu país, em 1994 foi viver na Arábia Saudita, onde fazia estudos avançados sobre o Islã. Na capital Riad, ele teve um encontro que mudou sua vida. Ele foi a um lugar onde eram realizadas as execuções públicas. Um desconhecido se aproximou dele e lhe entregou um folheto em árabe.
    Era uma mensagem simples, que destacava a conhecida passagem do Evangelho de João (3:16): “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
    O texto o impressionou profundamente. “Eu nunca tinha visto nada parecido em qualquer livro islâmico”, lembra. “Naquele momento, eu fiquei intrigado. Descobri que a passagem era parte de um livro sagrado chamado Injeel Sharif [Novo Testamento], escrito muito antes do Alcorão”.
    Alguns dias depois, conta, “era cerca de três horas da manhã quando vi um homem vestido de branco entrar no meu quarto. Ele veio até mim dizendo: Tome o caminho da Najat (Redenção) e receba Isa (Jesus)”. Em seguida, o homem, que ele crer ser um anjo, desapareceu. “Eu fiquei tremendo de medo”, ressalta.
    Anil sabia que não poderia compartilhar o que aconteceu com ele com ninguém, pois teria sérias consequências. Enquanto se preparando para os exames de doutorado, teve a oportunidade de visitar 16 países muçulmanos em uma viagem de estudos. Quando estava no Iraque viu uma igreja. “Eu procurei o pastor e falei com ele. Ele me batizou dia 15 de maio de 1994.”
    Após completar seus estudos, voltou para Bangladesh, onde começou a trabalhar como professor de literatura árabe em uma universidade islâmica. Porém, seu comportamento levantou suspeitas entre seus colegas. “Eu não lia o Alcorão, então eles começaram a suspeitar de mim. Um dia, alguém me viu lendo a Bíblia em árabe, porque eu estava comparando o texto com a versão em bengali [sua língua nativa].”
    Seus colegas o denunciaram para o vice-reitor que lhe perguntou se ele havia se convertido ao cristianismo. Anil respondeu com a máxima sinceridade: “Sim, eu sou um seguidor de Jesus.” Ouviu então que um kaffir [descrente] não poderia ensinar em universidades islâmicas. Ele foi demitido.
    A história se espalhou e poucos dias depois, Anil foi sequestrado por membros de um grupo islâmico radical. “Eles queriam me matar. Cortaram as veias nas pernas, me bateram em vários lugares, na frente da minha família. Ainda tenho as cicatrizes dos golpes.”
    Ele conta que desmaiou por causa da perda de sangue. Acordou quatro dias depois, no Hospital Universitário da capital Daca. Foi levado para lá por um tio. Ficou 3 meses e 21 dias internado. Quando voltou para casa, foi espancado novamente por muçulmanos da mesquita local. Sua família não aceitava sua decisão de abandonar o Islã. Ele foi deserdado. Já não conseguia ser aceito pela comunidade local e perdia o emprego toda vez que descobriam que ele era cristão.
    Mesmo com muito estudo, ele tem passado dificuldades financeiras e não consegue emprego. Casado e com um filho, conta que seu sustento vem das palestras que dá em igrejas, mas este trabalho não é em tempo integral.

    A recente onda de assassinatos de não-muçulmanos em Bangladesh, em especial de outros convertidos ao cristianismo o faz temer pelo futuro. “Estou muito preocupado com o que acontece com meu país”, afirmou. Ele pede oração pelos cristãos do país, mas diz que, apesar das dificuldades, nunca abrirá mão de sua fé. Com informações de Asia News

    Recordista no espaço, astronauta diz que experiência renovou sua fé: “Vi ordem e um propósito”


    Fonte:https://noticias.gospelmais.com.br/astronauta-experiencia-espaco-renovou-fe-vi-proposito-85398.html
    O coronel do exército e astronauta da NASA Jeff Williams está prestes a estabelecer, no próximo dia 06 de setembro, um novo recorde para os Estados Unidos: será o norte-americano a permanecer mais tempo no espaço, com 534 dias somados. Recentemente ele compartilhou algumas de suas reflexões sobre o tempo em que viu a Terra de fora.
    Da janela da Estação Espacial Internacional (EEI), Williams viu sua fé ser marcada fortemente e aprofundada, pois ele está convencido de que o universo não é obra do acaso.
    “Quando eu olho pela janela e vejo isso — todos os elementos são como você poderia imaginar, você pode ver o trabalho criativo de um Deus infinito. Você vê o design, você vê a beleza, você vê o propósito, você vê todos esses elementos, você vê ordem em todos os detalhes”, afirmou, em depoimento feito ao vivo, direto da Estação Espacial Internacional, ao Seminário Teológico Batista do Sul.
    De acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN), o astronauta conversou com o presidente do seminário, Richard Albert Mohler Jr., durante 15 minutos. Localizado a 402 quilômetros acima da Terra, Williams pode manter contato com a sede do Seminário enquanto a EEI orbitava a região da América do Norte.
    “Estar aqui dentro, olhar pela janela e ver os elementos da criação de Deus no espaço, assim como o planeta, é outra coisa. Agora você se define dentro deste processo que sustenta a sua vida e você pode ver através desse visor não só a vastidão e a majestade do mundo, mas todo o espaço”, contextualizou.
    Williams aproveitou o momento para testemunhar como essa descoberta mexeu com sua fé: “Isso só aprofunda a compreensão do que conhecemos através das Escrituras sobre o trabalho criativo e surpreendente de Deus. É uma experiência que me fez ver o quanto sou pequeno”, afirmou, antes de dar um salto mortal no interior da EEI, aproveitando a gravidade zero.
    Richard Mohler se despediu de Williams afirmando que ele é um “querido irmão em Cristo e amigo do Seminário”.
    Vista de uma janela da EEI
    Vista de uma janela da EEI


    Estudioso rebate a NASA e diz que não há chance de existir vida em outros planetas


    Fonte:https://noticias.gospelmais.com.br/estudioso-rebate-nasa-nao-vida-outros-planetas-85280.html
    A agência espacial norte-americana, NASA, anunciou recentemente que descobertas científicas apontam para a possibilidade de que, há bilhões de anos atrás, o planeta Vênus pode ter tido condições de vida semelhantes à da Terra. Mas na opinião do estudioso cristão Ken Ham, isso é um equívoco.
    Ken Ham é um dedicado criacionista, que usa todos os meios que possui para divulgar a visão criacionista sobre a ciência. Ele mantém um blog, chamado Answers in Genesis, onde publica artigos comentando as descobertas científicas à luz da Bíblia, além de ter fundado o Museu da Criação e o parque Ark Encounter, que custou aproximadamente R$ 100 milhões e tem uma réplica, em tamanho real, da arca de Noé.
    O criacionista afirma que é impossível que tenha existido vida em Vênus: “Quando começamos com a Palavra de Deus, temos uma interpretação totalmente diferente a respeito de Vênus. Nosso Criador concebeu Vênus no Quarto Dia da Semana da Criação apenas, alguns milhares de anos atrás. Sabendo que a Terra – e não Vênus ou qualquer outro planeta – foi projetada para ser habitada (Isaías 45:18), o nosso pressuposto implica que não se esperaria encontrar vida em Vênus no passado ou no presente”, comentou, em um artigo publicado em seu blog.
    “Isso é totalmente diferente da expectativa da evolução, mas a diferença não está nas evidências. A diferença está na visão de mundo e pressupostos das pessoas para interpretarem as provas”, pontuou.
    A descoberta da NASA, feita através de parcerias com a Universidade de Uppsala, de Columbia, e com o Instituto de Ciência Planetária, sugeriu que em um momento no passado, Vênus pode ter dado condições para o desenvolvimento da vida, de modo muito próximo ao existente na Terra hoje.
    Segundo informações do Christian Post, os cientistas fizeram diversas simulações usando modelos climáticos da Terra em relação a Vênus, mapeando as possibilidades de dois bilhões de anos atrás, e chegaram à conclusão anunciada.
    Vênus é um planeta extremamente quente, com atividade vulcânica constante e atmosfera com predominância de dióxido de carbono. Os modelos usados para a simulação partiam da suposição de que, até 715 milhões de anos atrás, as temperaturas do planeta poderiam ser baixas o suficiente para abrigar vida e também oceanos com baixa profundidade.
    Essa pesquisa se ateve às possibilidades, e não encontrou explicações para as mudanças climáticas no planeta. A teoria sugerida pelos pesquisadores é que Vênus pode ter aumentado o giro sobre seu próprio eixo, e a velocidade elevou as temperaturas, transformando-o no que é hoje.
    “Eles afirmam que Vênus tem bilhões de anos de idade. Eles afirmam que era parecido com a Terra em um passado distante. Eles sugeriram a topografia de Vênus. Eles sugeriram que o planeta tinha mares rasos. Eles afirmaram tudo em cima de suposições em cima de suposições”, comentou Ken Ham.
    Outro ponto destacado pelo criacionista é que os pesquisadores se valem da ‘ciência histórica’ para ordenar seus estudos, mas a ‘ciência de observação’ também é necessária para determinar como as coisas funcionam nos dias atuais: “Os cientistas evolucionistas fazem todos os tipos de especulações, baseando-se em suposições infundadas sobre o passado e chamando isso de ‘ciência’. Eles ensinam estas crenças de bom grado em salas de aula nas escolas públicas. Mas quando um cristão afirma que o universo e a vida são o resultado de um Criador, isto é rotulado como religião e não tem permissão para ser ensinado nas aulas de ciência”, criticou.
    “A ciência observacional ainda confirma que a vida e o universo (incluindo as leis da natureza) não poderiam vir por processos naturais! Essencialmente, ateus estão impondo sua ideologia em escolas públicas”, alertou.

    Palácio do tempo de Salomão é encontrado na cidade de Gezer

    3 de setembro de 2016  Por: Jarbas Aragão 

    Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br/palacio-tempo-salomaoencontrado-gezer/
    Palacio do tempo de Salomão

    Ruínas de um palácio que data da época do rei Salomão foi descoberto no sítio arqueológico de Tel Gezer, em Israel. O local, que fica entre Tel Aviv e Jerusalém, é identificado com a cidade cananeia de Gezer, citada na Bíblia. Hoje abriga um parque nacional, que guarda muitos registros da vida ali 3000 anos atrás.
    Em escavações recentes, uma equipe de arqueólogos americanos descobriu uma camada com cerâmica filisteia, o que confere com o relato bíblico sobre esse povo viver no local até ser derrotado pelo rei Davi (2 Samuel 5:25 e 1 Crônicas 14:16).
    A edificação palaciana desenterrada em outra camada do sítio arqueológico remonta ao século 10 a.C, época em que viveu o rei Salomão. O complexo possui um grande pátio central, como o de palácios em Hatzor e Megido, onde o sucessor de Davi também tinha residências reais (1 Reis 9:15).
    Ainda não há comprovação de quando (e se) Salomão de fato viveu ali, mas o professor Steve Ortiz, co-diretor do projeto de escavação, explicou ao jornal Haaretz que o prédio é significativamente maior do que as casas comuns da época. Entre as características distintivas está o tipo de pedra usada na construção, muito cara para o cidadão comum.

    O doutor Sam Wolff, arqueólogo ligado à Autoridade de Antiguidades de Israel e co-diretor da escavação ao lado de Ortiz, pede calma antes do anúncio de que o local realmente seja aquele mencionado na Bíblia. Para ele é necessário que mais artefatos sejam descobertos antes de uma confirmação oficial.
    Edifício datado do século 10, a era do rei Salomão.
    Edifício datado do século 10, a era do rei Salomão.

    Invasão de evangélicos a necrotério para ressuscitar os mortos gera tumulto e protestos

    Por Tiago Chagas 

    Fonte:https://noticias.gospelmais.com.br/invasao-evangelicos-necroterio-ressuscitar-mortos-tumulto-85296.html
    Um grupo de evangélicos neopentecostais causou tumulto no Quênia ao invadirem um necrotério para orar pelos mortos, para que estes ressuscitassem. Além da polêmica, a ação desmedida não resultou em nada.
    A igreja envolvida na ação fica na cidade de Webuye, e é liderada pelo autoproclamado “profeta” Daniel Wechuli, que motivou os fiéis a irem ao hospital da região no último sábado, 27 de agosto, para orar pelos enfermos.
    De acordo com informações do portal The Star, cinco fiéis oraram pelos pacientes do hospital, e diziam que receber a cura dependia de cada um. Se não tivessem fé, permaneceriam doentes.
    No entanto, os fiéis resolveram ir ao necrotério, que fica em um prédio anexo ao hospital, para orar pela ressurreição dos mortos. Depois de suas orações, nenhum morto ressuscitou, e familiares e funcionários não gostaram da invasão, protestando.
    Em declarações à imprensa, Daniel Wechuli afirmou que sua ação havia sido ordenada pelo Espírito Santo, pois sua igreja seria conhecida na região como um local onde doentes são curados.
    Para justificar a invasão do necrotério, o líder neopentecostal disse que havia corpos de pessoas que tinham perdido a vida “prematuramente” e sua missão junto com os intercessores era mostrar o poder de Deus. “Somos pessoas ungidas pelo Espírito Santo para ir aos hospitais pregar e curar os doentes sem pedir nenhum centavo”, disse.
    Wechuli disse que em outro hospital “todos os doentes foram curados e receberam alta”, e que “muitas curas” aconteceram em outras cidades no mês de julho. A imprensa do Quênia vem tratando o caso como uma ação irracional motivada pelo fanatismo religioso.
    A fiel Caroline Wafula, que participou da ação de oração no hospital e da invasão ao necrotério, afirmou que seu desejo era “mostrar às pessoas o poder de Deus em suas vidas através da nossa igreja que anuncia a cura e a restauração de vidas”.

    Executivo da Nike testemunha libertação das drogas e livramento de suicídio após oração a Deus

    Por Tiago Chagas 

    Fonte:https://noticias.gospelmais.com.br/executivo-nike-testemunha-libertacao-drogas-oracao-deus-85258.html
    Uma vida de sucesso profissional e grande reconhecimento não seria possível se o vício nas drogas tivesse vencido Jordan Rogers, um alto executivo da Nike na América do Norte. Seu testemunho, compartilhado no projeto “I Am Second”, evidencia o poder do amor de Deus.
    Rogers tornou-se viciado em heroína aos 15 anos de idade, e aos 20 não tinha mais perspectivas de viver muito e sem o químico do qual tinha se tornado dependente.
    “A heroína entrou na minha vida quando eu tinha acabado de fazer 15 anos”, contou. “Um amigo meu estava cheirando alguma coisa e quando ele levantou a cabeça tinha aquele olhar de uma aparente satisfação. Ele chamou [a heroína] de ‘Chiva’. Nós a cheiramos ali mesmo no capô do carro, naquela noite. Foi um dos sentimentos mais incríveis que eu já tive”, acrescentou.
    Com uma vida sem perspectivas, Rogers via as pessoas de sua convivência tentando mostrá-lo que uma vida diferente seria promissora: “A maioria das pessoas dizia: ‘As drogas são o seu problema, pare de usá-las’. Mas, para um viciado como eu, as drogas parecem ser a solução. Se você deixar essas drogas, aí sim terá problemas”, explicou.
    Tudo isso se tornou mais difícil por causa do motivo que o levou a se entregar ao vício: “Eu tinha aquele buraco negro na minha alma e só queria mudar a maneira como eu me sentia. Eu queria ‘ficar alto’ de maneiras novas e diferentes. Eu queria me sentir como se tivesse tudo”, revelou.
    Em seu testemunho, o executivo da Nike contou que sua obsessão pela droga era tão grande que afastava outros dependentes: “Quando você tem viciados em heroína dizendo-lhe que eles têm medo de sair com você, você pode ter problemas […] Eu pensei muitas vezes em me matar”.
    Por muitas vezes ele foi internado em casas de recuperação, mas sentia-se superior a todos nesses locais, e por isso, não levava nada a sério: “Todo mundo à minha volta me dizia: ‘Você poderia ser muito melhor se simplesmente parasse de usar drogas’. E, no entanto, quando eu parava de usar drogas, não me sentia tão legal como todos me diziam. Eu me sentia pior. Eu me sentia rasgado. Eu queria morrer”, relembrou, lamentando tal fase sombria.
    Durante anos oscilando altos e baixos em processos de desintoxicação e envolvimento em crimes, Rogers foi internado por ordem da Justiça, e seu tratamento foi imposto. “Eu estava em uma cela roxa com um bando de caras e dois rapazes estavam discutindo sobre um rolo de papel higiênico. Naquele momento, eu pensei: ‘Eu não fui feito para isso. Eu realmente mereço estar aqui, mas eu não pertenço a este lugar’. E eu já não tinha mais as drogas e o álcool para culpá-los por meus problemas. Eu estava sóbrio e enfrentando algumas consequências graves”, constatou.
    A essa altura, Rogers apelou a Deus, pedindo uma solução: “Deus, quem quer que você seja… Eu preciso de ajuda”, orou. “Minha vida precisava mudar drasticamente. Eu estava naquele momento, quebrado. Eu agradeço a Deus porque eu passei 13 meses na prisão. Eu precisava de cada minuto ali para ter uma chance de lutar”, admitiu.
    Quando deixou a internação judicial, Rogers não tinha casa e foi morar em um albergue, precisando se manter longe das drogas. Porém, a oração feita começava a surtir efeito e um mentor resolveu ajudá-lo.
    “Nós precisamos conversar?”, perguntou o mentor, abordando-o. Surpreso, Rogers foi sincero: “Sim … eu preciso”. “Ele me mostrou o amor de Cristo e me ajudou a me recuperar, em liberdade”, relatou, referindo-se à situação como “o momento mais importante” de toda sua vida. “Eu serei sempre grato pela vida daquela pessoa”.
    No testemunho ao projeto I Am Second – uma iniciativa que conta os testemunhos de transformação de vida através do Evangelho e que já teve a história do jogador Kaká relatada – Rogers falou que se lembra de uma canção inspirada no Salmo 142, que sua mãe o enviou quando ele estava internado compulsoriamente: “Eu clamo a Ti, Senhor, pois estou desesperado na minha súplica. Livra-me da minha prisão, para que os justos me rodeiem e cantem as Tuas boas obras”.
    Assista ao testemunho de Jordan Rogers (use o serviço de legendas do YouTube):