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quarta-feira, 12 de março de 2014

Vacina contra o HPV divide não apenas mães evangélicas, mas também a comunidade científica, que aponta falhas graves no tratamento; Saiba mais

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 12 de março de 2014 
Fonte:Gnoticias
Vacina contra o HPV divide não apenas mães evangélicas, mas também a comunidade científica, que aponta falhas graves no tratamento; Saiba mais
O boicote de algumas mães evangélicas à campanha de vacinação contra o vírus HPV – que é sexualmente transmissível – cresceu e rendeu discussões nas redes sociais e motivou reportagens especiais de grandes veículos de comunicação.
iniciativa das mães evangélicas em proibir que suas filhas, com idades a partir de 11 anos, fossem vacinadas contra o HPV se deu por motivos religiosos – o princípio de que o sexo deve ser praticado somente após o casamento e numa relação de fidelidade.
A ideia de que, seguindo esses preceitos, as meninas evangélicas estariam prevenidas contra a infecção pelo vírus HPV no entanto foi questionada por leitores do Gospel+: “Esquecem que as meninas vão crescer, mesmo que casem virgem, poderão se apaixonar por qualquer um, ainda mais na igreja evangélica, que tem ‘ex-tudo’ (viciados, traficantes, prostitutos e prostitutas, pessoas que já fizeram de tudo). Não precisa saber o resultado disto né? HPV é só uma das doenças, alem de hepatite B, HIV, etc…”, ponderou Paulo Teixeira.
A linha de raciocínio também foi seguida pela leitora Sara de Pinho, que observou um segundo cenário possível e que justificaria a vacinação: “Ok, a melhor forma de prevenir qualquer DST é a fidelidade no casamento, mas isso precisa partir dos dois. E se uma dessas meninas casa com um cara que nem sequer sabe que tem HPV? Não é tomar a vacina que vai fazê-las querer experimentar o novo, mas educá-las de forma consciente é que vai afastá-la de atitudes inconsequentes”, exemplificou.
Eficácia
No entanto, mesmo com o argumento do ponto de vista religioso sob questionamento, há outros complicadores que orbitam a vacina, que é oficialmente chamada de Gardasil. Especialistas apontam que a infecção pelo HPV pode acontecer mesmo sem a prática sexual, sendo necessário apenas o contato íntimo para a transmissão.
Além disso, existem aproximadamente 100 subtipos do HPV e a vacina é preventiva para a maioria deles, mas existem alguns que ainda são resistentes ao Gardasil, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.
Outro fator que coloca em xeque a vacina contra o HPV é o fato de ela não ter efeito sobre pessoas que já tenham algum subtipo do vírus. O Gardasil só surtiria o efeito de proteger a paciente dos subtipos pelos quais ela ainda não tivesse sido infectada, de acordo com o médico de família e comunidade Rodrigo Lima, que apresentou pontos questionáveis sobre o assunto durante o Congresso de Prevenção Quartenária no último mês de novembro.
Prevenção
O principal argumento a favor da vacinação contra o HPV é que, com a vacina, as meninas estaria protegidas contra a maioria dos subtipos do vírus, e com isso, evitariam a chance de formação de câncer de colo do útero.
No entanto, o câncer de colo do útero pode surgir por outros fatores, e sua evolução é considerada muito lenta pelos especialistas, pois leva em torno de dez anos e, através do papanicolau – indicado para mulheres entre 25 a 64 anos – é possível detectar fases precursoras do câncer, independentemente se a origem for a contaminação pelo HPV ou qualquer outro fator.
É consenso na comunidade médica que a vacina contra o HPV não exclui a necessidade de realização do exame papanicolau para a prevenção correta do câncer.
Efeitos colaterais
Já existem registros ao redor do mundo de casos de doenças graves atribuídas à vacina contra o HPV, como a síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana e uveítes, além da ocorrência de convulsões e desmaios após a vacinação.
Uma adolescente norte-americana gravou um vídeo relatando as complicações que teve após ser submetida à Gardasil como prevenção ao HPV. Ela revela que toda sua vida social foi arruinada por conta das fortes dores musculares e desmaios constantes, além da insensibilidade nas pernas em alguns momentos e de erupções na pele.
Como consequência das complicações, agora a jovem – antes saudável – precisa de acompanhamento médico constante e de diversas doses de remédio que minimizam os efeitos colaterais da vacina. Assista:
Redes Sociais
Alguns internautas reunidos em grupos de discussão sobre saúde familiar compartilham links de estudos e reportagens em inglês sobre casos relacionados com o Gardasil. Numa dessas matérias, a doutora Sherrill Sellman fala ao portal I Health Tube sobre os vários complicadores da vacina contra o HPV.
Sellman diz que foram encontradas amostras com o virus HPV vivo nas vacinas que foram analisados em 17 países. O princípio das vacinas é que o vírus contra o qual elas devem proteger o organismo tem que estar morto. Há pouco tempo o Japão cancelou a distribuição da vacina devido aos efeitos adversos graves que afetaram a população.
Foram encontrados ainda traços de alumínio m amostras do Gardasil. A presença de alumínio no organismo pode causar inflamação no cérebro, e evoluir para uma infecção generalizada, resultando em perda de energia, habilidade de pensar, entre outros.
Entre outros pontos questionáveis levantados pela doutora Sherril Sellman estão o fato de que foram registrados casos de jovens diagnosticadas com câncer cervical logo após terem sido vacinadas. Há ainda o fato de que nenhum estudo sobre os efeitos da vacina a longo prazo foi produzido pela comunidade científica.
Links
Nos Estados Unidos existe um site onde adolescentes vítimas da vacina tentam explicar sobre os perigos: http://truthaboutgardasil.org/
No Brasil foi criado um grupo no Facebook falando sobre: https://www.facebook.com/groups/contravacinahpv/
Muitas dúvidas sobre a vacina ainda não foram respondidas pelos pesquisadores, e as questões sobre permitir ou não que adolescentes – evangélicas ou não – sejam vacinadas contra o HPV com doses de Gardasil são muitas e complexas.
Por  Tiago Chagas, para o Gospel+

Evangélico fervoroso e reservado: o irmão Fred dentro da igreja

GloboEsporte.com acompanha culto frequentado por centroavante do Fluminense

Fonte:http://globoesporte.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2014/03/evangelico-fervoroso-e-reservado-o-irmao-fred-dentro-da-igreja.html
Fred Fluminense em culto na Igreja Evangélica (Foto: Hector Werlang)Fred (dir.) conversa com o pastor Marco (esq.) após
o culto na Igreja Evangélica (Foto: Hector Werlang)
Fred não é pontual, prefere ser precavido. Chega com antecedência de 24 minutos. Veste-se de forma discreta: sapatos, calça e camiseta polo pretas. A bíblia, carregada pela mão esquerda, chama atenção só para quem é de fora. Afinal, foge à regra da imagem do centroavante do Fluminense e da Seleção que rodou o país através de um vídeo na internet, onde aparece beijando uma desconhecida no meio de uma avenida em Belo Horizonte, no ano passado. A presença na Igreja, no entanto, diz muito sobre a nova fase do jogador, embora não seja capaz de fazê-lo notado ao entrar na sede da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul (Ceizs), no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. 
Ele caminha sem ser abordado com pedidos de fotos ou autógrafos. Gritos femininos? Choros desesperados por atenção? Apelo de pais por um agrado aos filhos? Nada. O que é comum em treinos e jogos, seja do Tricolor ou do Brasil, inexistem na igreja. Por cerca de 100 metros até sentar na sexta fileira de cadeiras acolchoadas, mantém o olhar ao altar. Lá acontece o culto que passou a frequentar rotineiramente em janeiro. A cargo do pastor Marco A. Peixoto, o tema abordado na ocasião foi "o Rio de Janeiros sob trevas". Especificamente: os efeitos, no entender dele, negativos do carnaval.   
Passar praticamente despercebido não impede que um homem se aproxime de Fred. Não é fã, mas sim um irmão de culto. Eles conversam, o atleta desliga o celular, e os dois rumam à primeira fila. Ficam perto do altar que, antes da pregação, é tomado por uma banda de música gospel. O camisa 9 canta. Sabe as letras de cor. Se mexe como quem quisesse dar uns passinhos – algo feito por todos os cerca de 5 mil presentes. Ele está pronto para o que está por vir.   
O GloboEsporte.com acompanhou a reunião da Ceizs na última segunda-feira. E, a seguir, relata como é Fred dentro da igreja. A partir das 19h30m, ele se revelou ainda um evangélico fervoroso. Irmão que canta, presta atenção à pregação, reza e praticamente fecha a igreja, já que só foi embora após conversar com dois pastores em particular por quase 50 minutos, quando o local já estava vazio.
FRED OU, SIMPLESMENTE, IRMÃO
Entrar na sede da Ceizs dá a impressão de se estar em uma enorme sala de cinema - antes de virar igreja, o prédio de número 72 na Praia do Flamengo era um local de exibição de filmes. O ambiente é amplo. Tem banheiros, masculino e feminino (este geralmente com filas), bebedores, ar-condicionado central, circuito interno de TV. Tudo controlado por funcionários e seguranças. Há, ao lado, um estacionamento, onde Fred deixou a sua caminhonete BMW após treinar nas Laranjeiras.
O "aparato de show" causa inveja. São duas câmeras, uma posicionada naquela grua que a torcida se acostumou a ver atrás dos gols nas transmissões de jogos, e um ensurdecedor sistema de som: bateria, guitarra e demais equipamentos musicais. Sem falar na iluminação e de um telão dignos de casas de espetáculo.   
Ele andou meio sumido nos
últimos tempos, mas desde janeiro passou a frequentar de novo. Sempre vem sozinho. É um irmão exemplar: vem com bíblia em
mãos, canta e faz as orações"
Frequentadora do culto que não revelou nome
- Ele andou meio sumido nos últimos tempos, mas desde janeiro passou a frequentar de novo. Sempre vem sozinho. Senta na primeira fila. É um irmão exemplar: vem com bíblia em mãos, canta e faz as orações - diz uma frequentadora do local.   
Se as pessoas não o abordam, ao menos falam dele. Antes de o culto começar, foi possível perceber que Fred era assunto. Um grupo de jovens, ao falar de uma pelada disputada entre eles, logo lembrou do centroavante.   
- Será que ele vem hoje (segunda-feira)?   
- Claro, é nosso amigo. Vai aparecer, pode apostar. Ele se converteu e deixou Jesus entrar na sua vida - apostou um deles.   
Fred Fluminense em culto na Igreja Evangélica (Foto: Hector Werlang)Igreja que Fred frequenta tem cadeiras acolchoadas, telão e câmeras para filmar o culto (Foto: Hector Werlang)
Os fiéis não sabem o motivo de Fred ter entrado para a igreja. Não especulam se foram as lesões: sofreu uma na coxa direita em 2013, que o afastou por quase cinco meses dos gramados, e este ano teve outra no mesmo local, que o impediu de disputar o clássico contra o Flamengo no Campeonato Carioca. Ou se é a falta de gols: tem dois apenas na atual temporada. Aliás, dizem que não existe motivo para "ter Jesus". E não o veem como jogador.   
- Aqui, ele é mais um. E nós, juntos, formamos uma família. Não nos interessa o jogador Fred, mas o irmão Fred - filosofa outro presente ao evento.   
Ele é reservado, não gosta de exposição demasiada. Ele
frequenta a igreja desde cedo.
Só veio à tona agora"
Francis Melo, assessor de imprensa de Fred
Há quem o defenda também. Recentemente, perguntado sobre Fred frequentar a igreja, o treinador Renato Gaúcho duvidou da informação. Disse não acreditar que o camisa 9 é um atleta de Cristo.   
- Foi um deboche. Renato fala sem saber, sem conhecer. Deveria vir aqui e ver como funciona... - defendeu um dos participantes.   
Fred já o fez: conheceu e gostou. Só não quis comentar o hábito com a reportagem.   
- Ele é reservado, não gosta de exposição demasiada. Assuntos pessoais como família, filha... Nem levo a ele. Ele gosta de se preservar. Ele frequenta a igreja desde cedo. Só veio à tona agora - disse Francis Melo, assessor de imprensa pessoal de Fred desde os tempos de América-MG, no início da carreira.
O CULTO: CONTRA CARNAVAL, A FAVOR DA BÊNÇÃO
Às 19h30m, o telão deixar de exibir a mensagem "2014, um ano de bênçãos impossíveis" e mostra um ministro da igreja tomando o centro do altar. É o sinal de que vai começar. A primeira frase dele:   
- Irmãos, todos jejuaram?   
Os evangélicos encaram o jejum no sentido bíblico literal, uma forma de "matar a carne". Pelo entendimento, ao fazê-lo, se fortalece o espírito, vencendo motivações egoístas e, desta forma, aproximando-se mais de Deus. O jejum pode ser a abstinência não só de alimentos e líquidos, mas de qualquer objeto ou hábito que tenha se tornado "indispensável" – o que deve ser o caso de Fred, já que um atleta não pode deixar de se alimentar.   
Fred Fluminense em culto na Igreja Evangélica (Foto: Hector Werlang)Bíblia: artigo obrigatório no culto (Foto: Hector Werlang)
O modo de se jejuar no meio evangélico é acompanhado de oração e leitura da bíblia. A crença é de que isto aumenta a resistências às tentações carnais. Foi o que pregou o pastor no sermão. Antes, porém, houve espaço à música. Gospel, claro.   
O hit religioso "Basta uma palavra do meu Deus" abriu o louvor. Todos ficaram de pé. Cantaram, bateram palmas, ensaiaram pulinhos e passinhos. Fred, idem. E fez um gesto característico na comemoração dos seus gols: levantou as mãos e, com os indicadores erguidos, apontava em direção ao céu. Em todo instante em que a letra mencionava Deus.   
Pois a pregação começou. O pastor leu trechos da bíblia. Citou a passagem em que Paulo e Silas foram presos por levar a palavra de Deus. Fez referência ao carnaval, época em que, segundo ele, se abusa do álcool.   
- As pessoas fazem coisas que antes não faziam. Bebem exageradamente. Até se beijam em meio ao lixo! O Rio de Janeiro viveu sob trevas. Só a palavra de Deus, irmãos, pode nos salvar. Aleluia!   
À medida que falava, os irmãos gritavam "Jesus", "aleluia", "amém". Fred, idem. O ponto alto foi quando o pastor pediu que cada um abraçasse o irmão do lado e rezasse por ele. O barulho foi superior às músicas. As pessoas gritavam, choravam. Durou mais de dez minutos.   
E o dízimo? Quase sem anunciar, o pastor pede a contribuição. Funcionários da igreja passam pelas filas com sacolas pretas. Recolhem as doações. Há de tudo: notas de R$ 2 e de R$ 100. A verdade é que as bolsas voltam cheias.   
Perto do fim, o pastor disse ao público que a "palavra vai mudar a sua história". No caso de Fred, quem sabe, com mais um ano de sucesso no Fluminense e na Seleção. Afinal, a Copa do Mundo está aí.
A CONVERSA, A FÉ E A IGREJA
fred fluminense  instagram camisa igreja (Foto: Reprodução )Fred apareceu no treino do Flu nas Laranjeiras usando uma camiseta da igreja (Foto: Reprodução)
Enquanto os fiéis iam embora, Fred subiu ao altar. Eram 21h. Conversou com o pastor de pé. Depois, com outro homem, sentou para falar. Ficou 48 minutos até ir embora. No trajeto em direção à rua, foi reconhecido por uma criança. Ela acenou. Ele acenou de volta. E riu. 
Enquanto aguardava pelo seu carro no estacionamento ao lado da igreja, os vendedores ambulantes aproveitavam para lucrar. Havia pipoca, milho e van de lanches.   
- Eles saem com fome. Dá para fazer um dinheirinho - disse um deles.
Apesar de não gostar de falar sobre o assunto, Fred não faz questão de esconder seu lado religioso. Recentemente, até apareceu no treino do Flu nas Laranjeiras com uma camisa da igreja, que continha a mensagem: "Alegria verdadeira só com Jesus".
A reportagem tentou sem sucesso conversar com o pastor Marco A. Peixoto. Ele comanda uma igreja cuja missão segue os seguintes princípios: influenciar, prosseguir, crer e sonhar. Está presente ainda na Barra da Tijuca, Campo Grande, Volta Redonda e Nova Iguaçu, no Rio. Nos últimos dois anos, o ministério chegou às cidades de São Paulo, Foz do Iguaçu e Curitiba. Fora do Brasil, há representação na Europa e Estados Unidos.    
Seus livros falam de edificação e guerra espiritual, entre eles: "Vencendo as Guerras Invisíveis", "Rompendo em Fé", "Marca de Cristo", "Restituição", "Fé que Opera Milagres", "Quebrando a Mentalidade de Gafanhoto" e "Caminho de Milagres". Um dos destaques do ministério do pastor é o "evangelismo criativo": bloco evangélico nas ruas do Rio durante o carnaval, tendas de oração na praia de Copacabana em meio ao Réveillon e os shows na Apoteose.

terça-feira, 4 de março de 2014

Ex de Rihanna doa dinheiro para organização cristã que ajuda a alimentar desabrigados

A Union Gospel Mission precisa constantemente de doações para sustentar suas iniciativas

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

Ex-namorado de Rihanna, o rapper Drake tem se colocado à disposição de ajudar financeiramente uma organização cristã voltada aos esforços de uma missão de resgate para colaborar com cerca de 3 mil pessoas desabrigadas nas ruas da cidade de Portland, oeste dos Estados Unidos.

  • Rihanna e Drake
    (Foto: Reuters)
    Rihanna em parceria musical com seu ex-namorado, o rapper Drake.
A organização Union Gospel Mission precisa constantemente de doações para sustentar suas iniciativas de alimentar os indivíduos sem moradia, além de oferecer cuidados temporários de resgate durante o período de inverno, bem como recuperação de viciados e apoio espiritual.
De forma inesperada, Drake tem então depositado silenciosamente uma quantia considerável para a ONG. O rapper visitou a instituição, conversou com o supervisor noturno David Willis e ao ver que pessoas dormiam na sala de jantar, decidiu destinar uma doação ao órgão cristão.

"Ele me permite saber que pessoas famosas têm que ter o coração dirigido para aqueles menos afortunados. Ele traz de volta à realidade reflexões como 'Ei, eu poderia ter parado aqui'", afirmou o supervisor David Willis.
Em entrevista para a imprensa local, Willis disse que o ato aleatório de bondade de Drake foi de fundamental importância para mobilizar a instituição e enviou uma mensagem sincera de gratidão ao artista.
A quantia exata não foi divulgada pela organização ou pela assessoria de Drake, que preferiu manter sigilo. A Union Gospel Mission pretende usar o dinheiro para comprar mais recursos aos sem-teto, incluindo cobertores.
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Esta não foi a primeira vez que Drake estendeu a mão para quem precisa. Em setembro de 2013, ao lado de seu parceiro de rap, o artista The Game, Drake doou cerca de 22 mil dólares a uma família do estado de Ohio, depois de perder sua casa em um incêndio devastador.

Vencedor do Oscar de Melhor Ator, Matthew McConaughey emociona ao agradecer a Deus pelo prêmio: “Ele retribui a gratidão”; Assista

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 4 de março de 2014 
Fonte:Gnoticias
Vencedor do Oscar de Melhor Ator, Matthew McConaughey emociona ao agradecer a Deus pelo prêmio: “Ele retribui a gratidão”; Assista
O ator Matthew McCounaughey, 44 anos, recebeu no último domingo sua estatueta do Oscar como Melhor Ator por seu papel no filme Clube de Compras Dallas, e agradeceu a Deus pela conquista profissional.
Em seu discurso, em meio a aplausos, McCounaghey disse que tem sido recompensado por abrir espaço a Ele em sua vida: “Eu quero agradecer a Deus, porque isso [vencer o Oscar] é porque eu tenho olhado para cima. Ele enfeitou a minha vida com as oportunidades que eu sei que não são obra da minha mão ou de qualquer outro ser humano. Ele tem me mostrado que – é um fato científico – retribui a gratidão. Nas palavras do falecido Charlie Laughton, que disse: ‘Quando você tem Deus, você tem um amigo’”.
Baseado em fatos reais, Clube de Compras Dallas traz McCounaghey vivendo o personagem Ron Woodrof, um eletricista diagnosticado com HIV, que se torna dono de um clube que vende remédios a soropositivos. Para interpretar Ron, Matthew perdeu 17 Kg, um fato que acontece a muitos pacientes infectados com o HIV.
Matthew McCounaghey é órfão de pai, mas foi criado pela mãe, Kay, frequentando uma Igreja Metodista. É casado com Camila, católica, e em 2001, revelou que o nome dado a ele é uma referência a Mateus, discípulo de Jesus, de acordo com informações do Huffington Post.
Assista no vídeo abaixo o discurso de agradecimento de Matthew McCounaghey pelo Oscar de Melhor Ator:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Ex-Globeleza, evangélica Valéria Valenssa voltou à Sapucaí para assistir homenagem, mas nega folia: “Hoje só sambo para os meus”

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 3 de março de 2014 
Fonte:Gnoticias

Ex-Globeleza, evangélica Valéria Valenssa voltou à Sapucaí para assistir homenagem, mas nega folia: “Hoje só sambo para os meus”
A antiga Globeleza Valéria Valenssa, evangélica, volta hoje, segunda-feira 03 de março, à Marquês de Sapucaí para assistir a homenagem que a escola Beija-Flor de Nilópolis prestará ao ex-diretor da TV Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni.
O retorno à avenida do samba será ao lado de seu marido, Hans Donner, o criador do logotipo da TV Globo e chefe de design da emissora. Valéria garante que irá apenas para atender ao convite do amigo Boni.
“O Carnaval deixou de ser uma prioridade na minha vida. Hoje tenho uma vida mais simples e me dedico ao meu marido, filhos e Deus. Hoje só sambo para os meus”, afirmou a dona-de-casa numa entrevista ao site Pure People.
Segundo Valéria, a visita à Sapucaí não trouxe nostalgia: “Tudo passa. Não tenho saudades ou me lamento por não ser mais a Globeleza. Não teria mais a paciência, por exemplo, de passar 20 horas gravando. Construí uma história linda de sucesso, mas hoje o meu maior projeto é a minha família”, resume.
Valéria Valenssa foi a mulata Globeleza por 12 anos, mas quando saiu da função, em 2004, adoeceu e nesse momento ruim, converteu-se ao Evangelho: “Me dediquei anos para uma função e de uma hora para outra dizem ‘você está fora’. Nem mesmo o Hans, que sempre coordenou o projeto, sabia que iriam me dispensar. Achei muito cruel! [...] Mas tudo tem o seu tempo e um porquê. Por causa da depressão, conheci um verdadeiro Deus. Busquei a religião, me aprofundei e comecei a entender algumas coisas. Acredita que sou mais reconhecida agora do que quando me dispensaram? Vivi um conto de fadas, realizei tudo o que queria e tive a possibilidade de ter outra vida de sonho. Sou realizada”, testemunha Valéria.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+


Colunista diz o que esperar do casamento gay quando todos os Estados Unidos validarem a união

A liberação legal ao casamento gay, mudará a visão sobre a união tradicional, diz colunista

PorLuciano Portela | Repórter do The Christian Post

Um colunista conservador, do jornal The New York Times, trouxe à tona recentemente um relatório sobre o que esperar dos Estados Unidos quando todo o país legalizar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo.

  • Reuters/David Gray
    (Foto: Reuters/David Gray)
    Rua pintada com cores da bandeira gay.
O jornalista Ross Douthat aponta que a plena liberação legal ao casamento gay mudará a visão sobre o matrimônio tradicional, partindo para um "segundo plano cultural, se juntando a uma longa lista de temas sobre os quais os americanos discordam sem fazer uma análise política disto", destaca ele.
Entre alguns exemplos citados por Douthat, ele aborda sobre os casos em que fornecedores cristãos de serviço para casamentos tradicionais não podem se opor ou se recusar a trabalhar para um casal homossexual, por razões de crença, com medo de enfrentar multas ou perder seu negócio.
Ele ainda determina que diante do que a nova legislação impor, os mais conservadores não poderão expor o que pensam esclarecidamente, sendo impedidos de se integrar a grupos sociais, deixando sua religião à margem de uma subcultura.
"A visão da união conjugal masculino-feminino está tão teologicamente enraizado, que fica propício a desaparecer, mas seus adeptos restantes podem ser marginalizados diante dos que se opõem, obrigados apenas a obedecer", acrescenta o colunista.
Ao final, Douthat acusa os próprios cristãos da situação do casamento tradicional ter chegado onde chegou, já que os mais religiosos teriam recebido "muitas oportunidades, em milhares de anos, para tratar os gays com caridade, enquanto frequentemente escolhiam a intolerância", analisa.
Segundo o colunista, teria sido muito mais fácil que os cristãos tivessem olhado e avaliado os seus próprios pecados no passado, para que hoje os homossexuais não encarassem a oposição à união gay como perseguição.

Qual é a origem do Carnaval e Mardi Gras?

Fonte:PortalPadom
Mardi Gras, palavra francesa para “terça-feira gorda”, é o último dia de um período chamado de Carnaval e o dia anterior ao início da quaresma com a quarta-feira de cinzas. Dependendo da localização, a época de Carnaval pode ser de até duas semanas de duração e é caracterizada por folia, festa, dança, baile de máscaras e libertinagem em geral. O carnaval é tipicamente celebrado por países católicos do sul da Europa e América Latina.
carnavalO Carnaval está relacionado com a Quaresma porque a Quaresma é uma época de jejum, penitência e preparação para a Páscoa. Os Cristãos que observam a Quaresma geralmente o fazem ao se abster de certos alimentos ou atividades de que muito gostam com o propósito expresso de se concentrar nesse momento de oração, penitência e caridade. Há também o jejum regular prescrito durante a Quaresma. Já que o Carnaval dá entrada à Quaresma, pode ser justamente considerado como indulgência bem antes do jejum. Pense nisso como uma última “compulsão” antes de abrir mão de algo por 40 dias.
O que a Bíblia diz sobre tudo isso? Não há nada na Bíblia que explícita ou implicitamente sugira que os primeiros Cristãos observaram a Quaresma ou o Carnaval. Vamos dar uma olhada no Carnaval um pouco mais de perto. Seria muito difícil encontrar sustento bíblico para qualquer tipo de indulgência carnal, assim como é praticada durante o Carnaval, especialmente na terça-feira gorda. A Bíblia claramente proíbe a embriaguez, imoralidade sexual e libertinagem de qualquer tipo. O melhor versículo sobre o assunto pode ser encontrado em Romanos 13:13-14: “Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”. Somos exortados a sermos sóbrios e alertas, sem qualquer participação em libertinagem. A ideia de pecar compulsivamente bem antes de um momento de consagração ao Senhor é completamente ridícula e totalmente sem base bíblica.

Pastor Silas Malafaia explica porque evangélicos não devem participar do Carnaval

Por Dan Martins em 2 de março de 2014 
Fonte:Gnoticias
Pastor Silas Malafaia explica porque evangélicos não devem participar do Carnaval
Em artigo publicado em seu site, o pastor Silas Malafaia comentou sobre a participação de evangélicos no Carnaval. Explicando a origem da festa, o pastor afirmou não se tratar de uma festa saudável para os cristãos, sobretudo por suas origens ligadas à libertinagem sexual e à bebedeira.
- As folias do Carnaval também estão ligadas às festas pagãs romanas, marcadas pela licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música – explica Malafaia.
- Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco) e saturnais (em homenagem ao deus Saturno, que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos) – completa o pastor.
Segundo o pastor, a ligação da festa com o cristianismo se deu quando a Igreja Católica, ao falhar em conter os excessos do povo nessas festas pagãs, oficializou a festa como os dias de festa que antecedem a quaresma.
O pastor explica que, visto que a quaresma é um período para que os fiéis se dedicassem a assuntos espirituais, “o povo enfrentaria um longo período de privações e abstinência”, portanto “alguns ‘carnais’ permitiram que o povo cometesse então algumas extravagâncias antes”, dando origem à tradição atual do Carnaval.
Assim, Malafaia orienta os cristãos evangélicos a não participarem de tal festa, visto que “o que deveria ser apenas uma festa religiosa acabou assimilando os antigos costumes de libertinagem e bebedeira”.
- Visto que até hoje essa festa da carne traz consequências físicas, morais e espirituais degradantes, estampadas nos noticiários da Quarta-feira de Cinzas, aconselho aos que não participam do Carnaval que continuem de fora (…). Sendo assim, não convém ao cristão, mesmo a título de curiosidades, participar dessa festividade – finalizou Silas Malafaia.
Por Dan Martins, para o Gospel+